O que não sabíamos sobre Nick Fury

Para die hard fans, a fase atual da Marvel segue brilhante e rica e, pra quem curtia mais a a ‘aventura’, talvez menos. Até porque é complexo teorizar com tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo. A figura de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e sua ligação com a Capitã Marvel (Brie Larson) ganha novamente protagonismo na série Secret Invasion, nem tanto por ela, ainda ausente, mas porque contextualiza conflitos do passado, do presente e do futuro. Há perdas, há viradas, hás suspeitas, há confrontos, segredos e acima de tudo, há promessas não cumpridas.

Nick, ainda se recuperando da morte de sua parceira Maria Hill (Cobie Smulders) é confrontado pela mãe dela sobre o quanto aleatório poderá seu fim se ele não se comprometer em agir, pegar os culpados e resolver o problema. Claro que Fury sendo Fury, cobra, mas não compartilha. O episódio volta no tempo, para 1995, onde ele anunciou um compromisso com os Skrulls de conseguir um novo planeta para chamar de “casa” e sabemos que nem de perto a questão ganhou prioridade ou alternativa. Um órfão Gravik acreditou e esperou por isso, adulto em 2025, tomou as rédeas de seu destino e não tem dó por uma espécie incapaz de ajudá-lo. Os humanos que se danem.

E Fury é realmente complexo. Ele arranca respostas, mas raramente compartilha informações, e é consistente na sua fórmula. Perdeu muita gente bacana no processo e tem a cara de pau de confrontar Talos (Ben Mendelsohn) sobre ‘verdades’. Como ele ensina ao amigo, sua mãe arrancava dele o que queria saber não pelo que dizia, mas pelo que tentava omitir. Talos esclarece que não são apenas alguns skrulls que andam pela Terra, mas TODOS sobreviventes da guerra com os Krees, o que, sem ter cumprido o acordo, deixa os humanos vulneráveis. Como Fury resume, “humanos não podem coexistir uns com os outros”, menso ainda com alienígenas. Portanto, um Gravki frustrado e liderando uma rebelião agora como guerra entre duas potências, é quase uma missão impossível. No meio desse conflito, ainda não fica claro o jogo de G’iah (Emilia Clarke), que Talos quer ‘recuperar’ e Gravik a estuda sem saber (como nós) com quem exatamente está lidando.

Sonya Falsworth (Olivia Colman) está bem mais por dentro das coisas do que Fury, inclusive já sabe dos planos de Gravik (Kingsley Ben-Adir) sobre criar Super-Soldados Skrull. Ela não precisa de Fury e não tem nenhum problema com tortura, Sonya não é uma humana que se possa confiar, mesmo que esteja aparentemente tentando “salvar a Terra”.

Entre os humanos estão skrulls disfarçados e infiltrados e eles acabam oficializando Gravik como general com poder completo e irrestrito, algo mais do que perigoso. Talos já tem essa informação, mas sua prioridade é falar com e sobre G’iah. Enquanto isso, Fury encontra James Rhodes (Don Cheadle) e eles discutem se devem reunir os Avengers, mas por hora tê-los unidos pode ser mais perigoso do que útil. Fury está ‘fora’das decisões, mas, como ele lembra, “Mesmo quando estou fora, estou dentro.”

Enquanto tentamos decifrar o que G ‘iah está realmente fazemos, vem a maior surpresa de todas. Fury viaja sozinho até uma casa de campo isolada, onde uma Skrull feminina (Charlayne Woodard) está cozinhando. Ela assume a forma humana e os dois se beijam, não antes dele colocar a aliança de casado que esconde de todos. Essa é Priscilla Fury, sua esposa. O que mais Nick Fury não nos contou?


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