Meu coração disparou muito forte quando Guy Oseary compartilhou o post sobre o drama que Madonna e sua família viveram nos últimos dias. Em 2020 quase perdi meu pai para uma infecção bacteriana, ela é rápida, é silenciosa e em muitas vezes, letal. Em plena pandemia da Covid-19 apenas começando – portanto as mortes em ascensão, mais dúvidas do que respostas e a recomendação de evitar hospitais a menos que fosse inevitável – nos fizeram hesitar na atitude a tomar quando o encontramos caído no quarto. Estava desmaiado – como disseram que encontraram a cantora – e voltou a si confuso. Decidimos levá-lo correndo para a emergência e rezar que em nenhum dos casos seria a nossa despedida. Não foi, mas passou muito perto. Mais uma hora talvez não tivesse jeito. Então, só imagino o que Madonna passou.


Fiquei arrepiada que tudo estava ocorrendo justamente quando completaram 14 anos sem Michael Jackson, encontrado morto em sua casa em 25 de junho de 2008. Teria sido uma coincidência cruel do destino se tivesse sido uma despedida. Não estou pronta para dizer adeus à Madonna, nos palcos, na música e menos ainda, na vida. Ela faz parte da trilha sonora da minha vida e temos muito ainda a preencher! Desabafo de fã? CLARO!


As notícias são de que o perigo passou, que ela está se recuperando e que a turnê Celebration terá que ser adiada,. Não lamento o atraso forçado. Prefiro celebrar a vida com ela. Afinal, 40 anos de carreira foram apenas o começo. Viva Madonna.
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