Foi Joy (Andrea Martin)! Não, foi Scott Bakula! Pera, será que Jan (Amy Ryan) saiu da prisão? Quem estaria à espreita para tentar matar Charles (Steve Martin)? Qual dos trigêmeos matou? Opa, já estou especulando o novo crime, ou tentativa de crime, no Arconia porque só tem assassinos no prédio. Pelo menos nos sugerem que Sazz Pataki (Jane Lynch) possa ter sobrevivido. Isso mesmo, a brilhante terceira temporada de Only Murders in the Building se despede colocando nosso trio de podcasters mais uma vez no meio de um crime e nossa, como foi intenso!

O episódio final da temporada marca a estreia de sucesso do musical Death Rattle Dazzle, com Oliver (Martin Short) brilhando nos palcos e fora dele,. Isso mesmo, precisou entrar de última hora substituindo Jonathan (Jason Veasey), que tomou uma dose a mais de calmantes. Tudo vai bem, Matthew Broderick está na platéia secando a premiere e Mabel (Selena Gomez) está brilhando em um lindo vestido da Vampire’s Wife. A emoção está na coxia: o trio segue com o plano de confrontar Donna (Linda Emond), que confessa tudo sem remorso ou demora: ela está no estágio 4 de um câncer e queria garantir o futuro de Cliff (Wesley Taylor) como produtor antes de morrer. Como a crítica de Maxine (Noma Dumezweni) ia matar o show, ela envenenou os cookies para Ben (Paul Rudd). A princípio negou o ter empurrado, mas depois assumiu. Fácil né? Em menos de 10 minutos sabemos quem é a assassina da temporada? E todos emocionados pelo ‘sacrifício’ materno. Óbvio que não estaria concluído.
A verdade é que quem matou efetivamente Ben foi mesmo Cliff (acertei!) em uma discussão e acidente, quando o ator ameaçou denunciar a tentativa de assassinato de Donna para polícia. É tudo muito emocionante, amarrado e novamente em metalinguagem: as canções do musical no palco antecipavam o que estava rolando nos bastidores. Espetacular.
Tobert (Jesse Williams) tenta convencer Mabel a acompanhá-lo para Los Angeles, em vão. Os romances de nossa heroína são apenas coadjuvantes passageiros. Loretta (Meryl Streep) é a estrela da temporada, tendo que sair relativamente mais cedo do contrato porque será uma estrela de TV e estrelar um clássico da Broadway (Hedda Gabbler), priorizando não apenas sua carreira que finalmente começou aos 70, mas seu relacionamento com Dickie (Jeremy Shamos), que agora sabe que ela é sua mãe e trabalha como seu agente. Cliff quase estraga tudo ameaçando se matar no meio do musical, mas poucos sabem disso. No mais, um Final Feliz!

E assim, chegamos ao próximo crime. Pobre Sazz se junta à festa na casa de Oliver e tenta conversar com Charles (“Tenho algo sensível para falar para você”), mas quando o ator vai buscar um vinho em seu apartamento, bum! Um tiro o acerta no peito! Mas espera, não é Charles, é Sazz! Nos despedimos sem saber quem atirou, se Sazz sobreviveu (os créditos dizem que esperam que ninguém tenha morrido dessa vez) e estamos de novo em mais um mistério para os podcasters de Only Murders in The Building resolver.
A temporada trouxe uma trilha sonora espetacular e atuações de destaque, incluindo Martin Short e Meryl Streep, mas igualmente Paul Rudd, que foi engraçado e trágico com um Ben Glenroy complexo em suas inseguranças e Wesley Taylor, que fechou a temporada também em alta com um Cliff assustador, doce e dramático assim como divertido. Eu amo Only Murders in The Building e sim, já estou especulando quem é o assassino na próxima! Aposto na volta de Jan! Vamos começar o jogo?
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