Xógun segue sua evolução política até o provocado ato de Guerra da conclusão, com vários momentos políticos importantes, mas: quem estava com John Blackthorne (Cosmo Jarvis) no escurinho da noite? “Almofadando”? É tudo que queremos saber!

A metáfora do terremoto amoroso
A relação entre Blackthorne e Mariko (Anna Sawai) está sendo construída com a intimidade forçada dela ser a única fonte de comunicação entre ele e o mundo, o que permite aos dois conversarem com maior frequência. Mariko, extremamente inteligente e com o poder da tradução, ensina à ele os costumes locais (sem querer aprender os deles), mas está obviamente admirando o estrangeiro.
Blackthorne está literalmente onde começou. Quando chegou em Anjiro e foi feito prisioneiro, ele foi levado para Yoshii Toranaga (Hiroyuki Sanada) e agora acredita que tinha feito um acordo com o futuro xógun. Só para descobrir que ele não ganhou nenhuma liberdade, com título ou não. Ainda para piorar, “ganha” uma esposa, a viúva Fuji (Moeka Hoshi), algo que ofende a ele a ela, que preferia ser enviada para um convento. Mariko é quem, mais uma vez interfere para ajudar.

Depois de flagar Blackthorne tomando banho, e conversando com ele sobre seu passado, com chance até de imaginarem o que fariam juntos em Londres. Mais tarde, ele é acordado à noite por uma mulher e os dois passam a noite juntos. A cena é propositalmente escura e nós, como ele, acreditamos ser Mariko, mas quando ela se junta a ele e Fuji no café da manhã, Mariko sugere que ele deve ter gostado da cortesã que o atendeu na noite passada. Só o seu sorriso nos deixa esperando o romance.
E como o novo hatamoto, Blackthorne, começa, finalmente a ter maior curiosidade pela cultura japonesa. Ele vai se aproximando de Fuji, que fica perplexa com o fato de Blackthorne lhe presenteia uma de suas pistolas, e retorna a honra entregando a ele as espadas de seu falecido pai. piloto tem a ajuda de duas grandes mulheres.
As estratégias de Toranaga
Yabushige (Tadanobu Asano) continua no jogo perigoso de tentar não escolher um lado e acredita que ao exibir orgulhosamente seu exército de samurais, vai mostrar a Toranaga seu potencial como líder, mas rapidamente os aplausos para o xógun são mais altos e ele fica frustrado.
O mestre das surpresas apronta mais uma: em vez de ficar, imediatamente retorna para a embarcação, deixando Blackthorne, Mariko, Fuji e seu filho treinando o exército enquanto vai para um lugar desconhecido planejar o ataque. Ele acredita que o processo possa levar um ano.
Todos os homens reagem mal à surpresa, apenas Mariko segue confiante em seu senhor. Ele renunciou ao seu cargo no Conselho de Regentes e agora está – aparentemente – mais vulnerável a um ataque, o mais revoltado nem é Yabushige, que ainda acredita que vai conseguir convencer a Ishido (Takehiro Hira) que está só fingindo ser fiel a Toronaga. Quem fica mais revoltado com tudo é Yoshii Nagakado (Yuki Kura), que não gosta de não ter a confiança do pai ou admiração de seus homens. Instigado, será impulsivo e vai mudar o curso da história.

A guerra: e agora?
Blackthorne está treinando aos homens a usar os 20 canhões que tem no Erasmus quando os homens leais a Ishido, liderados por Nebara Jozen (Nobuya Shimamoto), aparecem para conferir a posição de Yabushige e demandar que venha até OSaka. Ele tenta ganhar tempo, mas Nagakado toma a iniciativa. Com canhões escondidos na linha das árvores e posicionados em direção aos seus inimigos, começa o ataque enquanto Blackthorne, Mariko e os outros observam assustados. E ela resume o cenário. “É guerra”.
Como Toranaga vai reagir? Como Ishido vai lutar? E Blackthorne? E Mariko? Ah! Temos que esperar outra semana!
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