Juro que tive que revisitar todos os primeiros três episódios quando, há algumas semanas, vazou a “teoria” que John Sugar (Colin Farrell) era um alienígena na série Sugar. Havia sinais de “segredos” encaminhando para uma grande virada, mas estava apostando em um Sexto Sentido, jamais um E. T.. E não é que era verdade? Nunca imaginei que a série noir seria um gênero novo: sci-noir. Isso mesmo, sci-fi em narrativa noir. Uau.

A trama se apresentou como um grande produtor de Hollywood contratando o melhor detetive do mercado, John Sugar, para localizar sua neta, desaparecida há semanas, sem dar sinal de vida. O pai, o irmão e – inicialmente – a madrasta, não parecem muito preocupados, apostando em uma derrocada por causa de drogas, mas, de alguma forma, o sensível Sugar “sente” que há algo a mais no mistério (Não diga, Sherlock!).
Os tons de conspiração noir ficam ainda mais fortes quando até a chefe de Sugar não o quer no caso, por causa do passado dele com sua irmã. Não sabemos o que houve com ela, mas é algo traumático para ele.
Diante disso, desfilam várias figuras estranhas, testemunhamos ataques violentos, mortes que, honestamente, me parecem irrelevantes. Já estavam meio que sem sentido, diante do fato que é uma agência de alienígenas que “encontram” pessoas? Por favor, expliquem os ETs e esqueça Olivia.

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