Há fórmulas em filmes românticos que chegam a ser infantis quando usadas descaradamente como é o caso de A Mãe da Noiva, o filme da Netflix que coloca Brooke Shields no papel título. A razão pelo qual o clichê é usado sem nenhuma vergonha é simples: funciona.

A trama é curta porque é apenas uma desculpa para uma série de situações conhecidas: Lana (Brooke Shields), uma cientista viúva, é surpreendida com a notícia que sua única filha, Emma (Miranda Cosgrove) vai se casar. Não apenas isso, mas como é uma influencer (estranhamente patrocinada pela rede Discovery? Não faz sentido, mas…) vai se casar em apenas algumas semanas, em um evento em um resort na Tailândia.
Se isso já não fosse estressante o suficiente, ao chegar ao hotel Lana descobre o pior: o noivo é filho de um ex-namorado (Benjamin Bratt), o homem que partiu seu coração quando ainda estava na faculdade. Como os dois não se falaram desde então, o reencontro é “dramático”.


A partir daí são todas as situações que conhecemos: mal entendidos, lágrimas, risos, canções, queda na água, troca de olhares até o final feliz. Passa rápido e só derrapa quando Brooke força a mão nas sequências cômicas, quando ela relaxa e lida com o que estão apresentando. Sim, escapismo é um gênero que recomendo sempre. Ajustadas as expectativas, é apenas uma razão para relaxar e sorrir.
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