Dualidades em ‘Only Murders In the Building’: Teorias e Suspeitos

Eu já vi até o penúltimo episódio de Only Murders In the Building e só não dou spoiler porque nenhum ajudaria efetivamente em uma teoria. Dos meus suspeitos, dois ainda não apareceram antes do 5º episódio então vou tentar resguardar minhas teorias que não estão consistentes.

Em “Perfect Stangers” – o nome do episódio – há várias dualidades: é o nome do tema da série que no Brasil era Primo Cruzado, um mega sucesso dos anos 1980s até o início dos anos 1990s e que é a senha do rádio amador; também traduz como “perfeitamente estranhos” que é o que os vizinhos do Arconia são e, mais ainda, reflete o trabalho que atores chamam de “sombra”, ou seja, aprender com a fonte que vão interpretar em um trabalho biográfico de pessoas que não são íntimos. E talvez seja uma dica para quem é o assassino. Será?

Ainda sobre a série, ela era sobre um americano do meio-oeste se mudando para a casa de seu primo distante do Mediterrâneo. Guardem essa dica para teoria que estou ainda desenvolvendo…

No episódio de hoje o nosso trio de podcasters tem um impecilho para seguirem a investigação: os astros de Hollywood que vão interpretá-los estão colados neles para “sombrearem” as personagens. Claro que vão paradoxalmente ajudar e atrapalhar.

Retomamos o episódio onde paramos, com a Detetive Williams (Da’Vine Joy Randolph), ainda irritada com os podcasters mas também envolvida, por isso quando o FBI a exclui da investigação, decide ajudar Charles, Mabel e Oliver já que, como diz, na três temporadas depois, sabe que nada vai previni-los de se envolver.

O FBI insiste na tese mais simples de que Jan contratou alguém para executar o assassinato, que um dia foi a minha, mas com isso, sabemos que ela está excluída. Os agentes encontraram uma cápsula de bala no apartamento pertencente a “M. Dudenoff”, um professor aposentado cujos vizinhos alegam estar em Portugal (de onde, se você se lembra, é o presunto do banheiro deles). Fiquem atentos a Dudenoff, que será interpretado por Griffin Dunne, porque seu envolvimento será ainda explicado mais à frente.

Ainda mais importante, Williams revela que o “Christmas All the Time Guy” é o único que ouviu a bala porque os outros vizinhos estavam jogando um jogo de cartas. Já conhecemos o jogo, né? Enfim, cada um “com seu ator”, os podcasters seguem tentando amarrar as pistas que juntaram com as anotações de Sazz e as informações que levantaram.

Charles, com Eugene Levy, visita “Pink Eye Joe”e depois de muita confusão, concluem que ele não é suspeito. Mabel e Eva Longoria vão atrás do Cara “Natal o Tempo Todo”, quer poderia querer matar Charles por tentar proibir árvores de Natal naturais no Arconia, mas também o descartam. E Oliver, bem, com Zach Galifianakis desprezando o papel, passa o episódio tentando conquistar o ator.

Uma dica importante e não desenvolvida é a foto com todos os westies e alguém não identificado com o rosto arranhado segurando a porquinha. Seria Dudenoff?

A conexão é a senha do rádio amador que usa o tema de abertura de Primo Cruzado (Perfect Strangers) e cuja voz feminina avisa aos podcasters: cuidado pois a última pessoa que andou fazendo perguntas acabou morta. Seria Sazz?

O destaque do episódio (e da temporada!) é a hilária Eva Longoria, confortável com o humor e desafios de “Mábel”, que é mais decidida do que Mabel de Selena Gomez. Nossa “Maibel” se oferece como isca para que Dudenoff reapareça (ocupando seu apartamento na torre Oeste). A ver como funciona…




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