Lançamento de Moana 2: O Retorno da Navegadora

Na próxima semana, vamos reencontrar com uma das personagens mais populares da Disney nos últimos anos: Moana. A navegadora polinésia fez um grande sucesso em 2016 e a continuação promete trazer mais canções clássicas e aventuras também.

O post é para relembrar o original, disponível na plataforma da Disney e para dar um teaser: em CLAUDIA terei o papo exclusivo com a cantora Any Gabrielly, que é a voz brasileira da princesa.

Moana representou um ponto de virada para a Disney ao apresentar uma protagonista polinésia, uma jornada focada na autodescoberta e uma narrativa que celebra a cultura e o legado de ilhas do Pacífico. E deu certo: arrecadou mais de 640 milhões de dólares mundialmente, e tornou-se um símbolo de diversidade e representatividade na animação.

A preocupação com autenticidade marcou um avanço em comparação a outras animações que tratavam de culturas não ocidentais. Além disso, Moana é uma heroína sem um par romântico, focada em sua autodescoberta e no propósito de salvar sua comunidade — uma escolha que representou uma evolução na construção de protagonistas femininas na Disney.

Moana também recebeu duas indicações ao Oscar — Melhor Animação e Melhor Canção Original, por How Far I’ll Go, composta por Lin-Manuel Miranda. Este sucesso comercial e de crítica posicionou o filme como um dos mais notáveis da década para o estúdio.

A história gira em torno de uma jovem polinésia que embarca em uma aventura para salvar sua ilha natal, Motunui, ameaçada por uma misteriosa praga que devasta seus recursos naturais. Moana é a filha do chefe Tui, que espera que ela assuma a liderança da ilha, mas ela sente um forte chamado do oceano e uma ligação ancestral com a exploração. Guiada pelo espírito da avó Tala, Moana se aventura além do recife e busca a ajuda de Maui, um semideus que roubou o coração da deusa Te Fiti, o que desencadeou a maldição que assola a ilha. Ao longo da jornada, eles enfrentam monstros e desafios, mas Moana descobre sua força interior, restaurando o coração e trazendo de volta a vida ao seu lar.

A criação de Moana envolveu anos de pesquisa e imersão cultural da equipe da Disney, com os diretores Ron Clements e John Musker viajando para as ilhas do Pacífico, como Fiji, Samoa e Taiti, para entender a cultura polinésia e desenvolver um retrato mais autêntico. Eles formaram uma equipe de especialistas culturais composta por antropólogos, historiadores e consultores culturais da região, para garantir que o filme respeitasse a mitologia e as tradições locais. Detalhes como as tatuagens de Maui, que foram baseadas em tatuagens tradicionais polinésias, e as danças, músicas e cerimônias que aparecem no filme.

Nos Estados Unidos, Moana foi interpretada por Auli’i Cravalho, uma jovem havaiana que passou por um rigoroso processo de seleção e impressionou os diretores com sua habilidade de atuação e canto. Any Gabrielly passou por um processo seletivo semelhante no Brasil. E Dwayne Johnson, que emprestou sua voz a Maui, também trouxe um toque autêntico com suas raízes samoanas. Esse cuidado com a autenticidade, combinado com uma narrativa de empoderamento feminino e de respeito pela natureza, deu ao filme um caráter especial, sendo considerado um dos filmes mais culturalmente sensíveis e visualmente belos da Disney.

Em Moana 2, a navegadora volta a ter chamados para o mar, mas, mais madura, terá outra visão sobre sua aventura. Moana entra em cartaz no dia 28 de novembro.


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