Hoje quem não curte Angelina Jolie (isso existe?) gosta de implicar com a frequência que a imprensa estrangeira a indica para prêmios, mas é uma relação estreita e duradoura que confirma que se os americanos “não entendem” Jolie, o mundo a adora.
Quando ainda era “a filha de Jon Voight” ou a “louquinha de plantão”, com apenas 20 e poucos anos, Angelina deu uma virada dramática e venceu nada menos do que três anos consecutivos no Golden Globes, culminando com seu primeiro Oscar.

Em 1998, ela conquistou os críticos com uma interpretação visceral de Gia Carangi, uma supermodelo americana que enfrentou o auge e a queda devido ao vício em drogas e ao HIV. A performance de Jolie foi amplamente aclamada por sua intensidade emocional e profundidade e trouxe à tona a vulnerabilidade e a complexidade de Gia.
A interpretação de Jolie foi considerada um divisor de águas em sua carreira, ajudando a cimentar sua posição como uma atriz extraordinária. Aliás, uma das histórias mais famosas da ocasião foi que, vestida com seu longo de gala, Angelina celebrou a vitória pulando na piscina do Beverly Hilton Hotel, onde o Golden Globes acontece. Isso fez parte da promessa/desafio que a atriz fez no caso da série vencer. E, de quebra, puxou um jornalista que tentava entrevistá-la enquanto ela ainda estava na piscina. Outros tempos de Angelina!

Nos anos 2000, depois de vencer no GG e no Oscar por Garota Interrompida, ela passou a fazer filmes de ação, mas na vida pessoal, passou a se dedicar às causas humanitárias. Com isso, houve uma significativa mudança de looks e atitude, na festa e no tapete vermelho. É a fase Angelina Deusa.


Ela esteve quase sempre acompanhada: os primeiros anos com o 1º marido, Johnny Lee Miller, depois Billy Bob Thorton e, claro, Brad Pitt. Na última vez, seu filho Pax a acompanhou. Será que vai sozinha hoje à noite?

Se ela não estivesse concorrendo com a Fernanda Torres eu torceria mais!
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