A Diplomata — Temporada 3, Episódio 6 (Recap): O Caos Chega a Camp David

Em Camp David, o clima é de tensão. O primeiro-marido recebe os convidados com falsa cordialidade, e Kate, logo ao chegar, é excluída de todas as conversas importantes. Visivelmente incomodada, tenta se manter útil — até ser chamada para confirmar o que todo mundo já sabia: a informação de Eidra era verdadeira.

Quando Kate sai da sala, a Presidente Grace Penn cogita o impensável — admitir publicamente sua participação no escândalo do navio britânico. A ideia deixa todos atônitos. Para conter o dano, decidem convidar o primeiro-ministro britânico, Trowbridge, para uma visita secreta aos Estados Unidos.

Kate, claro, tem um surto. Considera a proposta absurda, mas Hal a lembra do óbvio: ela foi oficialmente excluída das decisões. E, previsivelmente, ela desconta a frustração nele, como se fosse culpa de Hal que ninguém mais a leve a sério.

Enquanto aguardam o casal presidencial para o jantar, Hal e Kate ouvem Grace e o marido discutindo aos gritos. A cena é embaraçosa — Grace humilha o marido, que, por sua vez, encontra empatia em… Kate. (Claro.) Mas o momento de “conexão” termina como sempre: com Kate expondo Hal e o colocando em mais uma saia justa. Ela o acusa de estar permitindo que Grace tome uma decisão errada só para, no futuro, assumir o poder. Resultado? É convidada a se retirar da reunião.
E a pergunta persiste: como essa mulher ainda não foi demitida?

Mas Kate não vai embora.
Pelo contrário — insiste em interferir, invadindo uma negociação que pode redefinir a política global. No auge do delírio, traz Eidra de volta à conversa, propondo um plano “genial”. A diretora da CIA responde com o sarcasmo que todos pensam: lembra que a última mulher envolvida em uma dessas “ideias brilhantes” de Kate terminou morta.

Desesperada por relevância, Kate decide falar diretamente com o marido da presidente — e faz isso do jeito mais absurdo possível: de calcinha e sutiã, pula na piscina para “chamar a atenção” dele. Sua proposta? Culpem o presidente morto Rayburn, que, ironicamente, era inocente e morreu justamente por se opor ao ataque.

O pior é que funciona. Grace considera a sugestão, e Hal — envergonhado e exausto — aceita que, sim, manchar o legado de um presidente morto é a solução menos desastrosa disponível.

Na manhã seguinte, Trowbridge chega aos EUA acompanhado de Dennison. Durante a negociação, Kate tenta parecer profissional, mas é impossível apagar o constrangimento. Grace Penn, fria, anuncia que Rayburn foi o culpado — e os britânicos ficam em choque. Dennison, mais decepcionado do que surpreso, avisa Kate em particular: a relação entre os dois países nunca mais será a mesma. Nem a deles.

Na coletiva conjunta, o caos final: Trowbridge sai do roteiro e declara que o presidente americano morto foi o mandante de um ataque terrorista contra um navio britânico. A sala congela. O mundo reage. E A Diplomata confirma o inevitável: Kate Wyler conseguiu. Mais uma vez, transformou uma crise evitável em um desastre internacional. Bravo, Kate.


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