It’s All Her Fault – Episódio 1 Recap: o erro inicial que transforma um playdate em pesadelo

It’s All Her Fault começa com o pé no acelerador — e com um verdadeiro show de Sarah Snook. Marissa Irvine recebe a mensagem para buscar o filho, Milo, que estaria brincando na casa de Jacob, um colega da escola. Mas, ao chegar ao endereço indicado, encontra Esther, a proprietária da casa, que explica que deve haver um engano: ali não mora nenhuma criança, muito menos uma Jenny, suposta mãe do amigo do menino. O telefone usado para marcar o playdate está desligado e, rapidamente, as duas descobrem que Jacob está com outro responsável. Quando Marissa finalmente fala com Jenny, a resposta é ainda mais perturbadora: ela nunca combinou encontro algum entre os meninos.

Nem o marido de Marissa, Peter, sabe onde Milo está. Em poucos minutos, o pior se confirma: a criança desapareceu. Não temos nem dez minutos de episódio e já estamos tão angustiados quanto ela. O drama atinge o pico quase imediatamente — e não solta mais.

A polícia é acionada, e os detetives Alcaras e Greco assumem a investigação. Alguns detalhes chamam atenção desde o início: a babá, Ana Garcia, contratada meses antes por meio de um site especializado, está de folga e não atende o telefone. Até onde se sabe, ela teria viajado para ir a um casamento.

Como os Irvines são ricos, a suposição geral é imediata: sequestro. Mas Marissa começa a se martirizar à medida que os próprios erros se tornam evidentes — não conferiu o número, nunca esteve na casa de Jenny, não desconfiou de nada. A culpa se infiltra antes mesmo das provas.

Em outro ponto da cidade, Jenny conversa com o marido, Richie, demonstrando empatia pelo drama de Marissa, enquanto insiste para que ele cumpra o combinado e busque o filho deles na casa de Sarah Larsen — a mãe que organiza tudo na escola e também a fofoqueira de plantão. Sarah, aliás, não perde tempo em criticar a suposta falta de cuidado de Marissa, desconfia da babá por ela ser imigrante e questiona por que o nome de Jenny foi usado nessa história desde o início.

Voltando dois meses no tempo, o episódio nos leva ao primeiro dia de aula. Sarah surge como a mãe exemplar, exigente, quase opressora — aquela que faz com que mulheres que dividem maternidade e carreira, como Jenny e Marissa, se sintam permanentemente em falta. Em paralelo, vemos Ana Garcia preenchendo um formulário de segurança, cheia de dúvidas. Uma mulher se aproxima para ajudá-la. O nome dela é Carrie Finch. Ela diz ser a babá dos Kaminski.

De volta ao presente, Ana passa a ser tratada como principal suspeita. Tudo é considerado: parentes, amigos, qualquer possibilidade. Depois de uma tarde inteira tentando contato, Marissa descobre que o celular da babá ficou esquecido em casa. Ana chega à noite e, rapidamente, fica claro que ela não tem envolvimento com o desaparecimento.

Enquanto isso, Jenny está em uma reunião importante para fechar um cliente — um escritor de romances policiais — quando, como era de se esperar, Richie não cumpre sua parte e não cuida do filho. Ela precisa sair às pressas. Ao chegar em casa e encontrar a polícia, entra em pânico. E então vem a revelação decisiva: foi Carrie quem buscou Jacob na escola.

Jenny percebe que sabe muito pouco sobre a mulher que cuidava do próprio filho. Ela também falhou. Como o título da série antecipa, tudo parece ser culpa de alguém — e de todos.

A tensão cresce dentro da família Irvine. Lia e Brian, irmãos de Peter, e Colin, sócio de Marissa, demonstram uma intensidade estranha, quase sufocante. Aos poucos, a culpa passa a ser deslocada para Jenny, acusada de negligência e, portanto, de ter facilitado o sequestro de Milo.

Mais um salto no tempo, agora dez dias antes do desaparecimento: Jenny e Marissa se conhecem em um coquetel da escola. A cultura tóxica da parentalidade perfeita volta à tona, empurrando Jenny às lágrimas. As duas se conectam por algo aparentemente banal — estão usando o mesmo vestido — e por um desejo comum de escapar da vigilância das mães impecáveis.

No presente, Jenny ignora os alertas de Sarah e de outros pais e decide ir até a casa dos Irvines para apoiar Marissa. Alcaras e Greco reforçam que não foi um erro aleatório: houve intenção. O rastreador de Milo foi destruído.

Vinte e sete dias depois, a investigação conduzida pelos detetives passa a incluir também um assassinato. Todos os envolvidos — com exceção de Richie — se tornam suspeitos.

Quem morreu?
Quem matou?
E, afinal, por quê?


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