It’s All Her Fault – Episódio 6 Recap: Quando o retorno expõe mentiras maiores

Milo está na delegacia. Marissa e Peter choram de alívio, mas a reação da criança desconcerta: ele quer saber onde está Carrie — agora foragida. Alcaras tenta interrogá-lo com cuidado, buscando entender quem o libertou do cativeiro. Milo diz que foi um homem que o colocou no porta-malas do carro. Quando começam a extrair mais informações, Peter interrompe a entrevista. Marissa percebe. Algo não está certo.

Ela estranha profundamente a forma como Milo foi devolvido: de repente, sem negociação, sem aviso.

De volta para casa — depois do constrangimento e da violência emocional do quase-reencontro — Colin, Lia e Brian ainda estão lá. Peter tenta se impor com um discurso genérico: “o mais importante é a família”. Ninguém parece convencido.

Greco e Alcaras seguem na caça a Josie/Carrie. Marissa, cada vez mais inquieta, passa a desconfiar da devolução do filho e se coloca em estado permanente de proteção. A rotina da casa, porém, está alterada. Milo só fala de Carrie, repete permissões que ela lhe dava e reage com agressividade. A polícia tenta ouvi-lo novamente, e ele aponta para a foto de um quarto de hotel. Antes de sair, os detetives comentam que, em geral, uma criança só é devolvida quando o resgate é pago. Marissa insiste: ninguém entrou em contato.

Jenny vai visitar Marissa e escuta suas suspeitas — sobretudo o fato de Carrie/Josie ter cuidado tão bem de Milo. A conversa é interrompida por uma briga entre Milo e Jacob, motivada por ciúmes de Carrie/Josie. O vínculo deixou marcas.

A partir daqui, a série pede fôlego. A trama começa a girar em espiral. No quarto de hotel onde Carrie estava com Milo, há um homem morto. Outro. Tudo indica que foi ele quem libertou a criança — afinal, Josie havia dito que jamais se separaria dele. Marissa entra em pânico. O homem é identificado: ele foi casado com a mulher que antes negara reconhecer Carrie/Josie. E mais — era o homem com quem Colin apostava e para quem devia dinheiro.

Peter pede desculpas aos irmãos, ainda em tom de gaslighting. Enquanto procura a babá eletrônica, Marissa encontra algo decisivo: a bolsa com o dinheiro do resgate. Mais uma mentira vem à tona. Peter recebeu o pedido de resgate, mas ninguém jamais foi buscar o dinheiro.

Em outro ponto da história, Jenny precisa pedir ajuda a Sarah Larsen para cuidar de Jacob, já que tem uma reunião e Richie diz não poder ficar com o filho. Sarah então revela a verdade: Richie mentiu. Ele não tinha compromisso algum. Jenny explode. Não havia outra mulher — apenas uma desculpa para ficar sozinho. Richie ainda tenta inverter a culpa, dizendo que fazia isso para que Jenny passasse mais tempo em casa com o filho. O gaslighting falha. A discussão escancara, mais uma vez, o acúmulo desigual de trabalho, maternidade e culpa. Jenny chega ao limite. E pede o divórcio. Finalmente.

Alcaras e Greco chegam ao endereço da ex-mulher do homem assassinado. Ela se recusa a falar, mas acaba sendo obrigada. É ali que a última peça cai: Carrie é Josie. Sua filha.

Como se não bastasse, Marissa descobre que Colin roubou dinheiro da empresa dos dois para pagar dívidas. Agora, ela passa a acreditar que ele esteja ligado ao sequestro. No confronto, Colin admite o roubo, mas nega qualquer envolvimento com o crime. Há mais um detalhe perturbador: o alarme da casa estava desligado.

E quem entra na casa?

Josie.

Armada.


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