Hijack – T.2, Episódio 1 (Recap): Sinal

Sam Nelson (Idris Elba) passou a última temporada em um dos piores voos possíveis. Naturalmente, ele escolhe outro meio de deslocamento nesta temporada, desta vez, o metrô. Mas já sabemos: será outra péssima escolha.

Aqui ele está embarcando em uma viagem em Berlim. Na estação, gente com carrinho, passageiros apressados: tudo o que seria usual. Mas Sam observa tudo em silêncio.

A Força Armada alemã é vista em ação em um apartamento. Vazio. Eles chegaram atrasados, percebem. Algo vai acontecer… em um trem do metrô. Mas o que? Em uma obra de estação, vemos nosso suspeito passar despercebido.

Enquanto isso, Sam está prestes a embarcar e percebe algo errado. Ele é reconhecido por uma jovem, Mei Tan, que o conheceu em Singapura. Ele “foge” dizendo que quer embarcar em outro vagão. E pronto: estão todos no mesmo trem, ele, e o cara mega suspeito da mochila vermelha que Sam identifica logo no início do episódio. Lá vamos nós.

A rede de energia do metrô está desligada até que os serviços terminem. Como a informação é de que todos já saíram, a energia é reconectada. Os técnicos da sala de controle se preparam para iniciar o turno. Clara Max assume a linha U5 (onde Sam está), porque seu colega Max vai controlar a U8: “Paula está doente”. Paula já entra na minha lista de suspeitos. E Max também.

Olivia, na Embaixada, aguarda Sam para uma reunião.

Mei Tan volta a abordar Sam, querendo saber o que ele está fazendo em Berlim (a fusão do Commerzbank?). Ela cita uma matéria do Financial Times sobre os eventos da temporada passada. Embora ainda seja suspeita para mim, Mei Tan se revela sobretudo uma mala sem noção. Sam claramente não quer conversa.

Em uma casa isolada, a esposa de Sam está aparentemente se escondendo. Uma vizinha aparece para entregar flores e faz perguntas demais.

No metrô, que está atrasado, tem gente puxando papo, músicos tocando, polícia circulando, uma criança chorando e Mei Tan falando sem parar. O homem da mochila entra no vagão de Sam, esbarrando em todo mundo. Sam começa a segui-lo, enquanto Mei Tan continua falando. Quando o trem para na estação, entra um grupo de estudantes. Sam segue o homem da mochila vermelha. Sim, o cara é muito estranho.

Sam chama os policiais para investigarem o homem. Ele resiste e acaba sendo jogado para fora do vagão. Mas é apenas um imigrante inocente. Todos olham torto para Sam, que agora parece racista.

O condutor, Otto — que só nós sabemos estar estranho — pede o “código 700” (pausa para o banheiro). Ele está muito nervoso.

Na linha U5, o terrorista, vestido como funcionário, caminha pelo trilho. Otto sai do trem e entra no banheiro. Tenta uma ligação, mas o funcionário da estação não atende. Otto percebe que não vai conseguir. O metrô, que já estava atrasado, agora fica pior: sem condutor. Sam nota e pede que alguém vá verificar Otto, que não parece bem. Ele está chorando no banheiro, mas se recompõe e retoma a viagem. Por que Sam não esperou o próximo? Eu teria esperado.

Algo está errado — Sam sente. E ele já está atrasado para a reunião na Embaixada. Olivia recebe informações da fronteira de Hamburgo: eles estão atrás do responsável pelo sequestro do avião.

Aos poucos, entendemos que Otto está em colapso. Seus colegas, percebendo que ele não está bem, pensam em substituí-lo na próxima estação, mesmo contra a vontade dele. O trem para, mas as portas não se abrem. E ele segue viagem. Oficialmente, algo está errado. Otto não responde ao comando. E o homem nos trilhos começa a cortar cabos e a mudar a direção da linha. Otto não para nem nos sinais vermelhos.

Sam consegue invadir a cabine. Otto o ignora. Os dois partem para a briga.

Todo o episódio do imigrante e da polícia? Foi um improviso de Sam.

Ele está sequestrando o trem.


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