Clara Berger, funcionária do centro de controle do metrô alemão, está visivelmente nervosa. Ela perdeu a comunicação com o trem 2600 — e também sua localização. Seu supervisor tenta ajudá-la. Depois de alguns segundos de silêncio, Sam responde.
Mas algo mudou.
A comunicação não será mais em alemão. Apenas em inglês. E sob as regras dele.
Sim, agora temos Sam Nelson, o sequestrador, uma inversão direta da primeira temporada. Desta vez, ele não é o negociador. É quem dita os termos. E tem mais de 200 passageiros como reféns.
Sua exigência é clara: Clara deve contatar a polícia para localizar John Bailey-Brown. Sim, o vilão da temporada de estreia. Sam sabe que Bailey está escondido em Berlim e quer que ele seja entregue em troca das vidas dos passageiros do metrô.
Pela lógica — e pelas pistas — tudo indica que os Nelson estão sendo coagidos. Resta saber até que ponto.
Na embaixada, Olivia levou um bolo para Sam e ainda não entende o que está acontecendo. Tentando ajudá-lo, recebe apenas uma resposta seca: que o deixe em paz. Quando é informada de um ataque terrorista no metrô, desconfia imediatamente. Mas ninguém compartilha informações com ela.

A superintendente da polícia, Ada Winter, é informada sobre quem é Sam e quem é Bailey-Brown, um criminoso britânico em fuga. Enquanto aguardam o posicionamento do MI5, precisam lidar com o caos do horário de pico e com a interrupção do metrô.
Clara ainda está impressionada com a forma como conseguiram fazer um trem “desaparecer”.
No subsolo, os passageiros estão tensos, sem entender o que acontece. Sam obriga o condutor Otto a falar com eles, mentindo que se trata de um problema técnico. E existe mesmo um problema: como o freio de emergência foi acionado, o trem não pode sair do lugar. Otto precisa ir até o vagão para destravá-lo — sem levantar suspeitas.
Missão impossível.
Todos percebem que Otto está sangrando. A tensão aumenta. Sam tenta controlar a situação, mas sua presença só desperta mais desconfiança. Ada Winter tenta negociar com ele. Sam insiste que todos estão bem — por enquanto —, mas reforça a exigência: Bailey precisa ser localizado, com provas concretas, ou vidas serão perdidas.
Quando o trem volta a se mover, os passageiros acreditam que tudo foi resolvido. Ingênuos.
Otto tenta entender por que Sam está sequestrando o metrô. Calma, ainda estamos no episódio 2.
Na Inglaterra, Marsha, isolada em uma montanha, liga para o namorado — um policial — para perguntar se foi ele quem enviou flores para ela. Como ele nega, ambos concluem que foi Sam. Descobrimos que Marsha não fala com ele há meses e que se isolou em uma área sem sinal para “refletir”.
Peter Faber entra em contato com Ada Winter, rápido demais para o gosto dela. Ele afirma que Bailey não foi visto desde o sequestro do emissário britânico da Kingdom e que não acredita que ele esteja na Alemanha. Sam discorda.
Enquanto isso, Clara descobre como Sam “sumiu” com o metrô: ele está usando um túnel antigo para se movimentar. Faber fica cada vez mais suspeito.
Ele sugere que a linha não seja liberada, mantendo o trem engatado. Sob orientação, Clara mente, dizendo que o trem está com defeito e que Sam terá de esperar. A polícia se organiza para cercar a área, mas ainda não recebe autorização para agir.
Otto avisa aos passageiros que terão de parar mais uma vez. O nervosismo cresce.
Sam percebe que algo está errado. Ele avisa Ada Winter de que a hesitação da polícia vai custar vidas. E, como previsto, um passageiro descobre que todos são reféns. Sam consegue contê-lo temporariamente enquanto pressiona pela liberação da rota.
Sam afirma que pessoas vão morrer por causa disso. Quem o conhece sabe que ele não está ameaçando, mas avisando. Como somente o público atento suspeita da motivação de Sam, e como ele esconhe cuidadosamwnte suas palavras, fica aqui meu aviso: Sam é sequestrador da meama forma que os passageiros do avião eram terroristas na primeira temporada. Tem algo estranho rolando.

Ele obriga o passageiro a levar cuidadosamente uma maleta até o trem que bloqueia o caminho. É evidente: trata-se de uma bomba. Aos poucos, os passageiros começam a receber notícias, mas ainda não compreendem a dimensão da situação.
O policial Zoran Beck investiga a casa de Marko, o homem que ajudou Sam. Lá, encontra um celular esquecido. Ao ligar, descobre que o telefone pertence a Sam.
Marsha volta de sua caminhada e encontra a porta da cabana aberta. Algo está errado.
Faber segue sem colaborar com os alemães, mas é procurado por Olivia, que confirma: Sam é o sequestrador.
Depois de muita tensão — e apesar dos avisos de Sam — a polícia hesita. O passageiro com a bomba “morre”.
Mas, como não vemos a explosão…
Será que ele morreu mesmo?
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