Hijack – Temporada 2, Episódio 5 (Recap): Blecaute no metrô e a bomba final

Agora que sabemos que uma das cabeças por trás do “sequestro” do metrô é a tão “solícita” médica Jess, dá nervoso observar como, fingindo ser apenas mais uma passageira, ela controla tudo e todos com uma calma calculada.

Os professores Colin e Lukas querem falar com Sam para pedir a liberação dos alunos. Jess se afasta deles no momento exato em que Sam percebe algo estranho na bolsa dela. Quando ela deixa o objeto cair, o que parece surgir diante dos olhos dele é o detonador da bomba instalada no metrô.

Os passageiros, percebendo que Sam não está armado, começam a se organizar para atacá-lo. Jess tenta convencê-los a não fazer nada, mas o próprio Sam, decidido a recuperar o detonador, segue até o vagão. A conversa é tensa. No momento combinado, Otto apaga as luzes. Sam consegue pegar o detonador e tenta voltar ao comando, mas é atacado. A situação, que já era frágil, desmorona de vez.

Em Londres, Daniel aprofunda sua investigação para entender o que realmente está acontecendo. Ele interroga Stuart Atterton, ex-associado de John Bailey, tentando ligar os pontos entre Berlim e o que parece ser algo muito maior.

Enquanto isso, Sam se torna refém dos próprios reféns. Passageiros desavisados ordenam que Otto pare o metrô, e ele obedece. Jess e Sam trocam um olhar que diz mais do que qualquer diálogo. Quando todos se preparam para sair, Sam os alerta: há uma bomba, e ela será detonada se alguém deixar o trem. Um dos passageiros confirma que a ameaça é real.

Zoran informa seus superiores sobre a existência da bomba no metrô. Olivia levanta a questão crucial: como Sam saberia encontrar alguém capaz de fabricar o explosivo? Usando o papel deixado por ele como pista, chegam a um bar onde tentam localizar o possível fabricante da bomba.

Bailey Brown, irritado, exige saber para onde está sendo levado. A dúvida paira: ele realmente não sabe o que está acontecendo ou apenas finge?

Pressionado, Sam confessa aos passageiros que está sendo forçado a agir. Jess o observa com uma suspeição tão evidente que é difícil entender como os outros não percebem. Petra, a passageira idosa e atenta, levanta-se e passa a acompanhar o interrogatório em silêncio. Ela não tira os olhos de Jess. Sam pede colaboração. Quer que todos sigam o plano para que saiam vivos.

Olivia recebe um telefonema no momento em que Ada Winter é pressionada a agir e intervir no sequestro. Ada, no entanto, insiste em manter o acordo que fez com Sam.

Um dos passageiros contabiliza: são 12 bombas, duas por vagão. Enquanto Sam explica a situação aos mais exaltados, Petra observa Jess mexendo novamente na bolsa. Nada lhe escapa.

O metrô volta a se mover. Sam informa à polícia que tudo segue sob controle. Em um momento de vulnerabilidade, ele revela que está fazendo tudo isso porque, depois de perder o filho, quer salvar a ex-mulher, agora em perigo.

Em outra frente, os vizinhos assassinos de Marsha escondem o corpo do policial. Ela os vê. Finge que não viu, mas os dois percebem que foram descobertos. Ou talvez ela realmente não tenha entendido nada. A dúvida permanece.

Em Londres, Stuart mente a Daniel, dizendo que não sabe de nada sobre o que acontece em Berlim. A conversa se arrasta até que ele admite conhecer o sequestro, mas insiste que não tem envolvimento além disso.

No QG do MI5, Olivia reencontra Faber. Ele quer examinar os documentos levantados sobre Sam para encontrar algo que o inocente. A busca por Bailey Brown o deixou vulnerável, e a peça-chave pode estar na pessoa que enviou a Sam a prova de que o criminoso estava em Berlim.

Petra continua conversando com Mei. Para ela, está tudo errado. Se Sam não matou Freddie, então o assassino está entre eles. Ela já identificou Jess como suspeita, mas ainda não diz isso em voz alta. Mei se recusa a ajudá-la a investigar os demais envolvidos.

Lia finalmente encontra o pen drive que Sam havia escondido na bolsa do bebê libertado.

Petra confronta Jess e consegue pegar o detonador. Por um instante, parece que a verdade virá à tona. Mas Sam perde novamente o controle dos passageiros. A polícia ordena que Bailey Brown não seja entregue. Pela expressão dele, fica claro que o terrorista sempre soube de tudo.

Pressionada, Jess ensina o código que precisa ser digitado a cada 15 minutos para evitar a explosão. Eles erram na digitação. A bomba do último vagão é acionada.

Sam tenta esvaziar o trem a tempo. No caos, Petra é empurrada, cai e não consegue sair do vagão. Sam consegue escapar segundos antes da explosão.

Acho que acabamos de perder a única pessoa realmente inteligente entre os passageiros.


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