Love Story (Recap) Episódio 3: A morte de Jackie Kennedy muda tudo

Algum tempo depois, John passeia pelo Central Park com a mãe, visivelmente debilitada, mas ainda lúcida e espirituosa. Conversam sobre a revista George e sobre o peso do sobrenome Kennedy. Jackie insiste que ele não deve enxergar sua herança como um fardo, mas como algo que também pode ser uma força. O clima entre os dois é afetuoso, tranquilo, quase raro.

O apartamento de Jackie está tomado por flores e cartões de melhoras vindos do mundo inteiro — entre eles, mensagens de Michael Jackson e de Daryl Hannah.

Enquanto isso, Carolyn comemora um triunfo profissional: conseguiu colocar Michael Bergin como modelo principal de uma campanha da Calvin Klein. Durante um almoço com ele, porém, esbarra inesperadamente em John. A química entre os dois é imediata e inegável, a ponto de Bergin perceber e fazê-la admitir que existe algo ali que ela não consegue negar.

Em casa, Jackie começa a queimar cartas de melhoras e correspondências pessoais antigas. John a surpreende e questiona o gesto, mas ela muda de assunto, perguntando sobre sua vida amorosa. Ele diz que há alguém novo e especial, mas que nada parece funcionar. Jackie recorda momentos do casamento com John F. Kennedy e, com uma serenidade devastadora, deixa claro que sabe que está no fim da vida.

Mais tarde, sozinha, ouve Camelot — o musical que se tornou símbolo do imaginário da era Kennedy — e dança lentamente pela sala, apoiando-se em móveis, visivelmente com dor, diante de um retrato de JFK. Chora. É uma das cenas mais íntimas e devastadoras do episódio.

Em Tribeca, Carolyn e John se encontram novamente. Ele se abre mais uma vez, enquanto ela continua evitando expor demais a própria vulnerabilidade. Carolyn defende Jackie das críticas do filho e diz acreditar que a mãe dele a adoraria. Caminham pela cidade como um casal ainda não assumido. John conta que Daryl voltou para Los Angeles por tempo indeterminado. Carolyn diz que Bergin é apenas um amigo.

De volta ao apartamento, Jackie brinca com a neta quando sofre um mal súbito e é levada às pressas ao hospital. O diagnóstico é devastador: o câncer se espalhou e atingiu o cérebro. Ao retornar para casa, ela mantém a compostura e anuncia que não fará tratamento. Os filhos reagem com dor e incredulidade, mas acabam respeitando sua decisão. Jackie recebe a extrema-unção e aguarda, serenamente, o fim.

John permanece ao seu lado até o último momento, profundamente emocionado. Jackie pede desculpas ao filho, dizendo que tudo começou com uma ideia — uma referência ao projeto político que moldou sua vida e, em muitos aspectos, a dele. Calmamente, ela parte. Caroline e John se abraçam em silêncio.

No dia seguinte, John faz o anúncio oficial à imprensa sobre a morte da mãe. Daryl comparece ao funeral, aparentemente sem perceber que o relacionamento entre eles já terminou. John tenta explicar que não se falam há meses, mas ela não parece compreender ou aceitar.

Em uma cena de forte tom melodramático — e historicamente questionável — John surge na varanda da residência da família e acena para a multidão como um príncipe em luto. Daryl segura sua mão, visivelmente contra a vontade dele.

Carolyn acompanha a cobertura televisiva da morte de Jackie. A série enfatiza as semelhanças entre as duas mulheres: estilo, originalidade e uma força de personalidade quase mítica. Ela se emociona diante das imagens.

Consumido pela dor, John pedala sozinho por uma Nova York chuvosa. Em um impulso, tenta telefonar para Carolyn e acaba indo até o apartamento dela. Ela o acolhe, tenta acalmá-lo, mas inicialmente resiste à ideia de que ele passe a noite ali. Desta vez, porém, a resistência é breve.

Eles se beijam.

Agora, finalmente, são um casal.


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