Hijack – Temporada 2, Episódio 7 (Recap): Conspiração cresce e Sam está em risco

Tenho que confessar: já estou com preguiça do dramalhão desta temporada de Hijack. Sam está sendo empurrado à força para o papel de bode expiatório, há inocentes agindo sob ameaça por todos os lados e a sensação é de déjà-vu constante. Bailey Brown é perigoso, sim, mas acima de tudo é um personagem cansativo.

Na floresta isolada, Marsha se esconde dos vizinhos assassinos que a perseguem. Está com o pé machucado e agora um cão foi colocado em seu rastro. Ainda assim, Marsha é esperta o suficiente para sobreviver — dá a impressão de que escapará, nem que seja por pura obstinação.

Voltamos ao túnel e, sem surpresa alguma, Sam sobrevive ao tiro da polícia. O problema de uma série que repete a mesma fórmula é que nunca há suspense real sobre o destino do protagonista. Enquanto isso, Robert Lang, que manipula tudo nos bastidores para libertar Bailey Brown, quer saber onde está o metrô e quem foi atingido. Sem o trem, não há troca — e isso o irrita profundamente.

No comando, Ada e Clara querem ajudar Sam, mas as ordens oficiais são executá-lo. Quem levou o tiro foi Jess, que estranha ter sido o alvo quando o objetivo deveria ser Sam. Mesmo assim, ele continua tentando salvar os passageiros e ganhar tempo, evitando contato com o comando por enquanto.

A confusão aumenta porque Jess foi identificada como a assassina — há imagens no pen drive — enquanto a polícia ainda acredita que a médica é cúmplice de Sam. Peter Faber tenta defendê-lo, insistindo que ele é inocente, mas ninguém acredita. Se Sam não está no controle, então quem está?

A resposta é Robert Lang. Bailey Brown, insuportável como sempre, cobra a “troca” que na prática é apenas sua fuga da Justiça. Nem ele sabia inicialmente que a operação inteira era para libertá-lo. Lang tenta falar com Jess, mas ela está revoltada demais para atender. O plano passa a ser chegar à superfície. Em um raro momento de descuido, a arrogância de Lang o trai: outro policial ouve sua conversa e descobre tudo.

Peter e Olivia tentam reunir as provas deixadas por Sam no hotel, mas até a viagem de metrô vira um obstáculo cheio de falhas técnicas. É um subplot que só reforça a tensão exaustiva em torno do trem. Ainda assim, o comando finalmente identifica o destino e envia policiais atrás de Sam.

Dentro do metrô, os agentes mantêm Bailey Brown perigosamente solto. Lang pressiona o policial alemão, mas Linger revela que já descobriu toda a conspiração — e, como era previsível, acaba morto.

No bosque, os vizinhos continuam se aproximando de Marsha. Ferida e exausta, ela ao menos encontra um ponto com sinal de celular. Liga para Daniel pedindo ajuda, mas a bateria está quase no fim e não há garantia de que o helicóptero chegará a tempo. Ela então tenta falar com Sam; quem atende é Olivia. Marsha pede que transmitam uma mensagem ao ex-marido: ela está viva e ele não deve cair na armadilha de obedecer às exigências dos sequestradores. O tempo é curto, porque os perseguidores estão cada vez mais perto.

Peter Faber percebe que Bailey Brown só consegue operar dessa forma porque tem alguém infiltrado dentro do sistema.

Daniel confronta Stuart, que continua fingindo ignorância.

Jess, ferida e resignada, não quer mais ajudar ninguém — afinal, já foi marcada como assassina e condenada pela opinião pública. Sam insiste, tentando convencê-la a cooperar enquanto aproveita para libertar alguns passageiros. O ferimento piora e ela entra em colapso, revoltada ao perceber que Sam continua agindo pelas próprias regras.

O trem para, deixando Sam sozinho contra o relógio. Jess não coopera e a polícia se aproxima. Na superfície, Olivia apresenta a gravação de Marsha como prova de que Sam é inocente e está sendo coagido, mas a polícia não demonstra interesse. Jess, por sua vez, acredita que já está morta de qualquer maneira — então por que salvar alguém?

Quando tudo parece prestes a explodir, as luzes se apagam. A polícia iniciou o ataque.

Os agentes entram pelo trecho destruído pela bomba, permitindo a libertação dos reféns. Eles chegam até Sam, mas Jess finge pegar uma arma e é morta imediatamente. Sam chama por Clara e avisa: se o matarem, todos os passageiros morrerão. Surpreendentemente, ele consegue convencer os policiais — e a viagem continua.

Em um avião prestes a decolar de Berlim para Varsóvia, Zoran Beck prende Marko, o homem responsável pela bomba.

Lang tenta ligar para Jess, sem saber que ela está morta. Otto acredita que tudo terminou, mas Sam insiste: nada acabou, ninguém está seguro.

No presídio, Stuart é levado de volta à cela, que foi revistada durante sua ausência. Parece o fim da linha — até surgir uma policial infiltrada para ajudá-lo.

Ou seja, o verdadeiro cérebro da operação nunca deixou de estar no comando.


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