The Last Thing he Told Me – Temporada 2, Episódio 2 (Recap): morte de Nicholas leva Hannah a um erro fatal

O título do episódio, “Em Segurança”, é questionável.

Depois de tanto sacrifício para manter justamente a única pessoa que oferecia alguma estabilidade a Bailey e Hannah — Nicholas —, ele se vai assim, abruptamente, mudando tudo. Pelo menos teve alguns anos ao lado da neta que Owen havia praticamente tirado de sua vida.

Mas isso rapidamente vira pano de fundo para a verdadeira surpresa: o Agente Grady aparece pessoalmente. E já aviso: Charlie nunca foi confiável. Prestem atenção.

Ele estranha o número de onde Hannah está ligando, e ela acaba contando quase tudo — que ela e Bailey fugiram depois que homens tentaram matá-las. A resposta dele é direta: quer que elas voltem.

Grady escuta a conversa e também presencia o momento em que Hannah conta a Bailey sobre a morte do avô. Ele explica que foi enviado por Owen para confirmar que as duas estão seguras. Antes de falar com ele, Hannah tenta consolar a enteada, devastada. Bailey não aceita a morte de Nicholas porque ele parecia bem e, finalmente, os dois estavam se reaproximando.

Grady revela que Owen está empenhado em derrubar os Campano — única forma de acabar com tudo. Pressionado, ele acrescenta mais uma camada: os Campano também estão envolvidos com tráfico de drogas. Hannah imediatamente suspeita do infarto de Nicholas. Coincidência demais: o acordo de proteção acaba e, quase simultaneamente, elas passam a ser perseguidas. Grady concorda.

Enquanto Owen continua sua operação de espionagem, Hannah e Bailey arrancam de Grady tudo o que conseguem sobre o plano — o que, claro, só aumenta o risco para todos. Hannah conclui rapidamente onde Owen está.

E aí ela retorna à versão mais irritante da primeira temporada: exige falar com o marido imediatamente. Bailey não fica atrás — talvez uma das adolescentes mais insuportáveis já escritas para TV. O plano, por ora, é seguir o que Owen organizou: permanecer escondidas no hotel até ele aparecer.

Owen em campo

Em Austin, o “superespião” Owen invade o escritório de Frank Campano e encontra os documentos que buscava. O problema é que Hannah e Bailey são incapazes de seguir qualquer instrução.

Elas decidem que deveriam avisar os Campano de que não sabem nada e não representam ameaça. Bailey ainda sugere falar com Quinn e passa a desconfiar de Grady. Também quer sair sozinha, ligar para amigos, agir como se não houvesse assassinos atrás delas.

Enquanto isso, o escritório invadido entra em alerta. A segurança dos Campano detecta movimento. Owen ainda está lá dentro quando homens armados chegam. Eles encontram seu casaco, mas ele escapa disfarçado, em modo total 007.

O hotel e o erro fatal

No hotel, Hannah fica nervosa ao ouvir Grady discutindo ao telefone, dizendo algo como “pegar o material e cair fora”, sem polícia envolvida. A paranoia volta com força total.

No bar, Grady desabafa com a bartender, claramente no limite. Então vê Hannah do lado de fora do quarto, fazendo uma ligação no corredor — porque, claro, discrição não é o forte dela.

Ele a confronta e revela que há um informante infiltrado. A situação escala rapidamente: motoqueiros aparecem e espancam Grady. E a peça se encaixa — a mulher simpática que puxou conversa com Bailey antes era cúmplice deles. Obviamente alguém já localizou as duas.

Hannah decide fugir imediatamente, sozinha com Bailey. Grady tenta segui-las, mas não consegue. Ironia cruel: logo depois da saída delas, os perseguidores chegam ao hotel. Grady se esconde e testemunha tudo.

Owen liga exatamente nesse momento. Grady informa que as duas desapareceram. Em outras palavras: Owen organizou tudo — e elas estragaram.

Fuga sem plano

Hannah assume um modo quase Sarah Connor versão século XXI: placas falsas extras, carro camuflado, decisão de dormir dentro do veículo para evitar hotéis. Pela primeira vez, ela parece realmente preparada.

Bailey, porém, acorda pronta para mais um discurso revoltado contra o pai e decide que não vai mais seguir suas instruções. Quer falar com Quinn. Insiste até Hannah ceder.

Grande erro.

Todo o disfarce é inútil: estavam sendo seguidas o tempo todo.

Quinn e a verdade incômoda

Em Los Angeles, Quinn liga para o pai ao saber da morte de Nicholas. Ao sair para um café, encontra Hannah e Bailey esperando por ela.

Quinn deixa claro que não quer se envolver com nada relacionado à família. Após insistência, as duas pedem apenas que ela transmita uma mensagem a Frank: elas não sabem onde Owen está, não têm ligação com ele e só querem viver em paz.

Quinn responde friamente: se a história não convencer, as consequências serão devastadoras. E os Campano não vão parar até resolver tudo.

Para alguém que afirma não ter contato com o pai, Quinn soa pouco convincente. Assim que se afasta, liga para o irmão Teddy — irritada com a visita de Bailey —, mas transmite o recado: deixem a garota fora disso.

Destino inevitável

Na estrada, sem opções, Hannah decide voltar para a casa da mãe — lugar que detesta, mas que talvez seja o único refúgio possível. Pelo menos agora ela e Bailey parecem finalmente alinhadas.

Ao som de Bruce Springsteen, lembramos do colar que Owen deixou para Hannah. Há um localizador nele.

Ele sabe exatamente para onde elas estão indo.

E, ao que tudo indica, Hannah também sabe disso.


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