A volta da lua de mel na Turquia é uma dura queda na realidade para Carolyn e John.
Os dois estão mais apaixonados do que nunca, mas sabem que a relativa paz que viveram foi apenas momentânea. A horda de fotógrafos mal os deixa entrar em casa.
Carolyn está assustada, irritada e em permanente estado de tensão. John tenta convencê-la de que, se posarem para algumas fotos, os paparazzi finalmente os deixarão em paz. Ela aceita, mas não compartilha da mesma fé que ele na boa vontade dos fotógrafos. E, claro, ela estava certa.
Animada com a possibilidade de voltar a trabalhar na Ralph Lauren, Carolyn acaba frustrada ao perceber que, agora que se tornou famosa, sua imagem pesa mais do que suas qualificações profissionais. Ao sair da entrevista, é cercada por fotógrafos, o que torna tudo ainda mais caótico.

Na revista George, John também enfrenta pressão. Seus colegas esperam que ele use a própria fama — e ainda mais a de Carolyn — para ajudar a revista. Mais tarde, em uma conversa com seu melhor amigo e primo, ele descobre que o câncer do amigo voltou. E desta vez de forma mais agressiva. A notícia o abala profundamente.
Nada ajuda o clima em casa. Carolyn está chateada por ter perdido o emprego que queria. O assédio dos fotógrafos, os flashes constantes e a perseguição nas ruas chegam ao ponto de fazê-la cair no meio da rua, aumentando ainda mais sua frustração.
Na casa de Caroline Kennedy, a tensão familiar explode. John briga com a irmã e o cunhado tanto pela exploração da memória de JFK em um documentário que ele narraria quanto pela decisão editorial da George de colocar Drew Barrymore na capa imitando Marilyn Monroe. Caroline e o marido acusam John de oportunismo.
Em conversa com Lauren, Carolyn admite que jamais imaginou que o assédio dos fotógrafos aumentaria tanto depois do casamento. A pressão para se tornar uma socialite perfeita e uma filantropa exemplar também começa a incomodá-la. Do lado de John, as cobranças são outras: muitos continuam insistindo que ele deveria entrar na política, ainda mais agora que a revista enfrenta dificuldades.
Caroline surge cada vez mais como a antagonista da série. Ela critica Carolyn por praticamente qualquer coisa. Quando a cunhada pede paciência, Caroline responde friamente que Carolyn deveria ter pensado melhor antes de escolher se casar com um Kennedy. E deixa claro que não pretende fazer esforço algum para tornar a convivência mais fácil.
O amor entre os dois não consegue neutralizar tanta negatividade ao redor. John insiste que tudo vai passar. Dois meses depois, Carolyn está mais paranoica — mas também tenta ajudar a reaproximar John de Caroline. Na visão da série de Ryan Murphy, Carolyn é quase uma santa.
Caroline, por outro lado, aparece como pura amargura. John pede que a irmã tente se aproximar de Carolyn, mas ela resiste.

As notícias sobre a saúde mental de Carolyn — que a série insiste em apresentar como mentiras — e rumores sobre uso de drogas começam a preocupar amigos e familiares. Ela se queixa de que a fama atrapalha até mesmo pensar em um novo trabalho. Lauren também não ajuda ao lembrá-la de que, como drama vende jornais, ela sempre será a vilã na história do casamento com John.
A hostilidade dos fotógrafos só piora o quadro. Como eles a insultam constantemente, Carolyn passa a reagir com ainda mais antipatia. No dia seguinte, lê tudo o que escrevem sobre ela nos jornais. As manchetes estão cada vez mais agressivas: sugerem que ela seria drogada, deprimida e emocionalmente instável. Carolyn sente que perdeu muito mais do que ganhou com o casamento.
E até o sempre simpático John começa a mudar. Agora ele reage com agressividade.
Na redação da George, Michael — outro personagem claramente vilanizado pela série — continua pressionando John em praticamente todas as cenas. O confronto entre os dois finalmente explode em briga física. Ao se demitir, Michael dispara: espera que um dia o mundo descubra a piada que John realmente é.
Curiosamente, é exatamente o que John precisava ouvir para tomar uma decisão.
Ele decide entrar para a política.
E, nesse ponto, a série quase parece uma comédia involuntária.
Se não fosse uma história real.
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