Marseille fica para trás. Todos estão agora a caminho de Paris.
No jatinho, Nicholas mergulha no passado. Revê a si mesmo jovem, no momento em que se associa a Frank, uma decisão que, no presente, ganha outro peso. Depois de quase morrer, ele finalmente enxerga com clareza o que antes parecia inevitável: vendeu-se por conforto, por luxo, por uma ideia de poder que hoje já não o seduz. Quer fazer tudo diferente. Bailey acredita nisso e promete que farão juntos. Mas essa aliança, que deveria ser redentora, também soa perigosamente instável.
Hannah e Owen deixam Marseille de trem, carregando o dinheiro de Teddy. Ainda hesitam sobre o envolvimento de Quinn. Eu não. Ela é a favorita de Frank, e isso, por si só, já anuncia complicações.
Em Paris, Teddy tenta conter o estrago. Pede cinco milhões de dólares à irmã para cobrir o valor roubado. Ela recusa e sugere que ele recorra aos pais. Pouco depois, ele descobre que Hannah e Owen estão chegando à Gare de Lyon. Mas Hannah antecipa o movimento, e os dois conseguem escapar sem chamar a atenção nem de Teddy nem de Quinn. Enquanto isso, Frank se comunica secretamente com Nick. Eles se encontram para um charuto, como nos velhos tempos.

Nick continua sendo puxado pelo passado. Lembra do momento em que tudo desmoronou e ele acabou preso. Mas a chegada de Hannah e Owen interrompe essa espiral. Agora reunidos, Bailey atualiza o pai e a madrasta: Kate estava colaborando com o FBI e foi morta por isso. A conclusão parece óbvia para todos — Frank mandou matá-la. Nick recusa essa versão. Insiste que o amigo não faria isso.
Quem faria, então, parece evidente. Quinn. E, ao mesmo tempo, ela continua ajudando Teddy a levantar os cinco milhões. Owen está cada vez mais tenso; Hannah tenta mantê-lo firme. Nick quer pedir desculpas. O grupo, agora, compartilha tudo: o dinheiro, as suspeitas sobre Quinn, os riscos. Nick acredita que precisa falar com Frank para entender a verdade. Owen prefere negociar, garantir segurança, proteger a família. No fim, Nick cede ao plano do genro.
Antes que Teddy consiga agir, ele é chamado para resolver outra questão. Em paralelo, Frank conversa com Quinn e deixa claro: ela terá que assumir o comando dos negócios.
Nick permanece emocionalmente preso ao passado. Os flashbacks deixam isso evidente. Vemos como Frank o pressionou, de forma quase silenciosa, a entrar naquele mundo. No presente, Nick mente para Bailey e sai sozinho para encontrar Frank. É uma decisão impulsiva, perigosa e completamente fora do plano.
No ponto de encontro, Teddy espera. Hannah e Owen percebem que Quinn não entra na loja como esperado. Logo, ela avisa ao irmão que agora está no comando. Owen desconfia da demora; Hannah insiste em seguir o plano. É quando Quinn a identifica e a chama para “conversar”.


Bailey percebe que o avô saiu e tenta ligar. Nick não atende. Está decidido a falar com Frank, movido por algo que vai além da estratégia. A amizade deles, como os flashbacks deixam claro, nunca foi simples, mas sempre foi real.
Hannah, por sua vez, escuta de Quinn aquilo que já começa a redesenhar toda a narrativa. Teddy não teria estrutura para matar Kate. Quinn exige os cinco milhões de volta e deixa claro que não é negociável como o irmão. Ela está no comando agora.
Enquanto isso, Nick e Frank finalmente têm a conversa que vinha sendo adiada por anos. Falam sobre o passado, sobre o preço da lealdade, sobre o que restou daquela amizade. Nick faz um pedido direto: que Owen seja poupado. Que algo daquele vínculo ainda tenha valor.
Bailey vai até o hotel de Frank atrás do avô e acaba encontrando Teddy. A tensão cresce em paralelo. Entre Nick e Frank, há um momento em que parece haver entendimento — ou talvez apenas a ilusão dele. Nick menciona a ideia de morrer e renascer, ecoando o título do episódio. Morrendo, renasço.
Mas o tempo não permite redenções fáceis.
Antes de falar com Teddy, Bailey liga para Hannah. Tarde demais. Ela e Owen já estão sendo perseguidos pelos homens de Quinn. Eles se separam na tentativa de escapar.

Teddy se surpreende ao ver Nick vivo. O confronto entre pai e filho finalmente acontece. Nick expõe tudo diante de todos: Teddy já não está no comando. E a revelação chega no pior momento possível. Owen foi capturado.
Teddy tenta recuperar o controle, ordena que parem. Frank, então, acusa o próprio filho: diz que Teddy matou Kate e tentou matar Nick. A reação dele é de choque absoluto. Ele não sabia. E é aí que tudo desmorona de vez.
Os homens que perseguiam Teddy pelo dinheiro invadem o local para matá-lo. No último gesto que redefine tudo, Frank se coloca na frente do filho e leva o tiro. Morre ali.
Quinn fica devastada, mas sua pergunta — “o que vocês fizeram?” — ecoa de forma quase irônica. Porque, naquele momento, a pergunta mais honesta talvez fosse outra: o que ela fez.
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