Ir para conteúdo

Cultura em camadas: Ensaios e análises sobre cinema, séries, literatura, arte e personagens inesquecíveis. Do pop ao clássico, com olhar crítico e afetivo

  • Acervo
  • English
  • MiscelAnas
  • Podcast
  • Colunas
  • Sobre mim

Tag: Música

Artigos do Miscelana sobre música em todas as suas formas: do pop ao rock, da ópera ao jazz. Perfis de artistas, análises de álbuns, histórias por trás de canções marcantes e a presença da música no cinema, na TV e na cultura pop. Textos autorais que unem crítica, memória afetiva e contexto histórico, mostrando como o som molda gerações

How Taylor Swift Revived Friedrich Heyser’s “Ophelia” (1900)

The Symbolist painting forgotten for over a century finds new life after inspiring Taylor Swift’s “The Fate of Ophelia”

The Cure — Robert Smith’s Sung Literature

From Camus to Carroll, the pages that became songs

Stranger Things 5: Deep Purple’s Classic Heralds the End of Hawkins

Between good and evil, time and fear — Child in time – the classic rock anthem that resonates in Hawkins’ final chapter

Stranger Things 5: clássico do Deep Purple anuncia o fim de Hawkins

Entre o bem e o mal, o tempo e o medo — Child in Time – o rock clássico que ressoa no último ato de Hawkins

Kate Bush — The Songs That Read

The living bibliography of a songwriter who read the world before she sang it.

Kate Bush — 17 Canções que Vieram dos Livros

A bibliografia viva de uma compositora que leu o mundo antes de cantá-lo.

Diane Keaton Turned “Flowers” Into a Manifesto of Freedom and Self-Love

At 77, to the sound of Flowers by Miley Cyrus, the eternal Annie Hall turned a simple gesture into a declaration of autonomy — reaffirming, with humor and tenderness, the woman who never needed to belong to anyone to be whole

Diane Keaton transformou “Flowers” em um manifesto de liberdade e amor-próprio

Em 2023, ao som de Flowers, de Miley Cyrus, a eterna Annie Hall transformou um gesto simples em uma declaração de autonomia — reafirmando, com humor e ternura, a mulher que nunca precisou ser de ninguém para ser inteira.

Charlotte Sometimes — o sonho que nunca terminou

Canção de Robert Smith, baseada no livro de mesmo nome, fala de identidade, tempo e descompasso entre realidades

Charlotte Sometimes — The Dream That Never Ended

A song by Robert Smith, based on the book of the same name, it explores themes of identity, time, and the dissonance between different realities.

Navegação por posts

Publicações mais antigas
Publicações mais novas
Site desenvolvido com WordPress.com. WordPress.com.
Site desenvolvido com WordPress.com.
Privacidade e cookies: Esse site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso.
Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
  • Assinar Assinado
    • miscelana.com
    • Junte-se a 266 outros assinantes
    • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
    • miscelana.com
    • Assinar Assinado
    • Registre-se
    • Fazer login
    • Denunciar este conteúdo
    • Visualizar site no Leitor
    • Gerenciar assinaturas
    • Esconder esta barra
 

Carregando comentários...