Intensidade, seu nome é terceira temporada de The Gilded Age. O pé no acelerador tem deixado a gente sem fôlego — e já teremos um casamento na semana que vem! Faz sentido, uma vez que a série ainda não confirmou se volta para uma quarta edição, e muito do drama precisa ser endereçado aqui. E põe drama nisso.
Eu sabia que o dia em que eu odiaria Bertha Russell estava no horizonte, mas, agora que chegou, não esperava ter tanta raiva dela. A astúcia de suas negociações está na total falta de empatia com seus filhos. Em um único episódio, ela deu duas voltas em George, que foi hábil em tentar manter sua promessa à Gladys sem causar um problema no casamento. E pior: Bertha já arrumou a noiva para Larry, literalmente assim que soube dele e Marian. Eu odeio Bertha!

Sim, George colocou limite na proposta do dote de Gladys, como deve ser feito, mas Bertha — que não conseguiu seduzi-lo como sempre faz — ensinou ao Duque de Buckingham como manipular a filha. Gladys está caindo no papo de sinceridade para lidar com o inevitável: se casar com quem não quer. É amargo, mas era assim. E o destino ajudou Bertha: ao tirar os Delanceys da reta do casamento da filha, ela já meteu o olho na fortuna do banqueiro, com o sonho dele de ver “seus netos nascendo e crescendo em Nova York”. Com Larry mencionando, mega empolgado, que conhece a filha dele, Bertha só fez unir os pontos. Poxa, Larry!
Aliás, Larry, em um único episódio, começou a visitar perigosamente o terreno de Tom Raikes, com todas as vibrações erradas. Primeiro, descaradamente expôs Marian a uma posição comprometedora, mesmo ela pedindo há meses para que fossem discretos. O desespero dela foi muito comovente, mas há algo a comentar aqui. Larry se diz apaixonado — mas Raikes dizia o mesmo. Marian nunca responde que o ama e, no seu medo pelo futuro, parece menos certa dos dois juntos do que todos nós. Ela sabe que terá dificuldade de encarar Bertha, e seu coração está prestes a ser partido novamente.
Achei curioso que ela soubesse de Susan Blaine por causa de Oscar — afinal, Larry contou tudo para ela quando voltou de Newport, não? Tá, “tudo” em detalhes provavelmente não, mas ele falou, sim, que estava com o coração partido e que eles seriam “sobreviventes” juntos. Me soou estranha a surpresa de Marian. Até porque ela foi apresentada à viuva Blaine em Newport e na peça do Oscar Wilde. Só agora associou o que estava acontecendo? A essa altura, estou querendo que Dashiel Montgomery volte a frequentar a casa de sua tia Agnes…

Outra coisa é a inaptidão de Larry para os negócios. Se, no final das contas, não tivesse Jack na reunião, os dois teriam perdido o negócio. Sei que no Reddit há torcida por Jack e Gladys virarem um item, mas já estou na torcida por Jack e Marian — porque nossa menina precisa de um namorado que não seja filhinho de mamãe ou um aproveitador descarado. Larry tem me deixado excessivamente preocupada.
E do lado de Peggy, ela encontrou o príncipe perfeito, mas todo o drama dos preconceitos entre os negros naquele período histórico me pegou de surpresa. A futura sogra de Peggy não a merece: ela e Bertha seriam melhores amigas, sem dúvida. Só que sinto maior firmeza no Dr. Kirkland do que em Larry. Nossa garota Peggy já sofreu demais, minha gente! Quero ela casada e feliz. Apenas porque, na época, casamento era preciso.


Na casa dos Van Rhijn, Oscar está se restabelecendo profissionalmente, mas Ada está se sentindo desprezada, sem comando, sem companhia e muito vulnerável. Tadinha. Ela realmente achou que, sendo a rica da casa, todos a olhariam com maior respeito. Isso vai levá-la a cair em um golpe brutal — emocional. Espero que não seja material!
Pelas imagens do próximo episódio, no casamento de Gladys, ninguém ainda sabe o que Bertha está planejando para Larry. Ela tem tanta segurança de tirar Marian da reta que nem se importou de deixá-los juntos um pouco mais de tempo. Ela é cruel. Pelo visto, George vai encorajar a filha a considerar fugir mesmo no último segundo, e a irmã de Bertha, Monica, pode ajudar os sobrinhos de alguma forma. Quem mais quer assistir à derrocada de Bertha Russell?
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O classismo e Colorismo sendo abordado no núcleo negro. Foi uma grande surpresa. Muito feliz, que a série tenha encontrado o equilíbrio nesse núcleo! Além disso, o enredo da Gladys parece trazer tragédia, ainda mais com Bertha tão implacável. Aliás, essa personagem foi tão bem construída, pois ela continua a mesma da primeira temporada, porém agora julgamos mais ela. Essa série precisa ser renovada!!
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Exato!!! Ela está ultra precisa nessa terceira temporada, tomara que continuem! Séries de Época sempre correm muito risco
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