From Big to 13 Going on 30, cinema reveals the desire to skip stages — and why the future doesn’t always fix everything
Categoria: ANAlista
Leituras em que o cinema não se encerra na narrativa.
Em ANAlista, os filmes são pensados a partir do que escapa ao enredo: reações, repetições, sintomas e imagens que seguem operando depois do fim. Porque o que estamos vendo nem sempre é consciente. Ou quase nunca.
Por que tantos filmes mostram adolescentes arrependidos de crescer?
De Big a De Repente 30, o cinema revela o desejo de pular etapas e a impossibilidade de viver o futuro antes do tempo
Love in the Age of Algorithms: What Is Love Today?
Between binary judgments, psychoanalysis, and romantic myths, why we still argue about what true love really is
Amor em Tempos de Algoritmo: O Que É Amor Hoje?
Entre julgamentos binários, psicanálise e mitos românticos, por que ainda brigamos para definir o que é amor verdadeiro
Guillermo del Toro’s Frankenstein and the Freudian Tragedy
By merging Mary Shelley’s myth with Freud and Jung, Guillermo del Toro crafts an elegy about desire, guilt, and creation — a film where the mother and the lover share the same face, and the real monster is born from the unconscious
O Frankenstein de Guillermo del Toro e o Trágico Sonho Freudiano
Ao fundir o mito de Mary Shelley com a psicanálise de Freude Jung, Guillermo del Toro cria uma elegia sobre desejo, culpa e criação — um filme em que a mãe e a amante têm o mesmo rosto, e o verdadeiro monstro nasce do inconsciente.
Freud and Disney: When Dreams Turn Into Songs
What psychoanalysis and magic have in common when speaking of desires and hopes
Freud e Disney: Quando os Sonhos se Tornam Canções
O que a psicanálise e a magia têm em comum ao falar de desejos e esperanças
Dreams in Shakespeare Between Illusion, Desire, and Truth
More than ethereal metaphors, dreams in Shakespeare’s work reveal human anguish, power games, and layers of the unconscious long before Freud.
Os Sonhos em Shakespeare Entre Ilusão, Desejo e Verdade
Mais que metáforas etéreas, os sonhos na obra de Shakespeare revelam angústias humanas, jogos de poder e camadas do inconsciente muito antes de Freud.
