Freud, Jung, Taylor Swift, and the romantic fantasy that love can change people
Categoria: ANAlista
Leituras em que o cinema não se encerra na narrativa.
Em ANAlista, os filmes são pensados a partir do que escapa ao enredo: reações, repetições, sintomas e imagens que seguem operando depois do fim. Porque o que estamos vendo nem sempre é consciente. Ou quase nunca.
Antes de ser a exceção, descubra qual é a regra
Freud, Taylor Swift e as histórias que nos ensinaram a acreditar que o amor é capaz de mudar alguém
Why Do Certain Tragedies Fascinate Us? A Psychoanalytic Perspective
What horror may reveal about our deepest desires
Por que algumas tragédias nos fascinam tanto? A visão da psicanálise
O horror talvez revele algo profundamente humano
Are We Confusing Love with Narrative?
From romantic comedies to psychoanalysis, why do we keep expecting love to follow the rules of stories?
Será que confundimos amor com narrativa?
Da comédia romântica à psicanálise, por que continuamos esperando que o amor siga as regras das histórias?
What If the Problem Isn’t the Lack of Happiness?
Psychoanalysis, literature, and cinema suggest that happiness may not be something we achieve, but something we fail to recognize until it is gone
E se o problema não for a falta de felicidade?
Na psicanálise, no cinema, na música ou na literatura, talvez a questão não seja se e por que somos infelizes, mas por que raramente reconhecemos a felicidade quando ela acontece
What Does the Music You Listen to Say About You?
Our playlists are not just collections of songs. More often than not, they reveal versions of ourselves that we cannot always put into words
O que a música que você ouve diz sobre você?
Nossas playlists não são apenas coleções de canções. Muitas vezes, são arquivos emocionais que revelam o que nem sempre conseguimos colocar em palavras
