O novo Nuremberg (2025) retrata pessoas reais dos bastidores do tribunal, mas o clássico Julgamento em Nuremberg (1961) segue sendo a representação mais poderosa — e dolorosa — do que significa julgar o mal.
O novo Nuremberg (2025) retrata pessoas reais dos bastidores do tribunal, mas o clássico Julgamento em Nuremberg (1961) segue sendo a representação mais poderosa — e dolorosa — do que significa julgar o mal.