Ir para conteúdo

Cultura em camadas: Ensaios e análises sobre cinema, séries, literatura, arte e personagens inesquecíveis. Do pop ao clássico, com olhar crítico e afetivo

  • Acervo
  • English
  • MiscelAnas
  • Podcast
  • Colunas
  • Sobre mim

Tag: Livros

Clássicos, best-sellers e adaptações literárias ganham destaque no Miscelana. Nesta tag, você encontra resenhas, análises de obras, conexões entre literatura e cinema/séries, além de reflexões sobre como a leitura molda narrativas culturais.

Antagonistas de Jane Austen: A Fragilidade das Aparências

Como Wickham, Willoughby e outros “vilões” revelam a vaidade e a queda da sociedade

Jane Austen at 250: Why Her Popularity Keeps Growing, and What Unites Us All

The secret of a writer who crossed centuries without losing relevance

Os 250 anos de Jane Austen: por que sua popularidade só cresce e o que nos une a ela?

O segredo da autora que atravessou séculos sem perder relevância

15 frases mais famosas de Jane Austen

O que dois séculos de leitores ainda reconhecem em suas palavras

Philip Larkin: The Poet Without a Hero’s Aura Down Cemeteray Road

Disenchantment, ordinary life, and the road that leads to Down Cemetery Road

Philip Larkin: o poeta do desencanto que ecoa em Down Cemetery Road

Como o olhar melancólico de um bibliotecário inglês atravessou décadas para se infiltrar num suspense contemporâneo

A imaginação de Emily Brönte em filme

Filme toma liberdades históricas para “compensar” o fato de que a autora jamais viveu uma história de amor

Frankenstein: The Book That Never Died, and Why the 21st Century Still Needs Mary Shelley

From a nightmare in 1816 to the sales peak of 2016 and the renewed excitement driven by film, technology, and cultural reinterpretations, Mary Shelley’s novel returns with the force of something we haven’t finished saying — and something that still speaks back.

Frankenstein: O Livro que Nunca Morreu e Por Que o Século 21 Ainda Precisa de Mary Shelley

Do pesadelo de 1816 ao pico de vendas de 2016 e ao novo renascimento inflado por cinema, debates tecnológicos e reinterpretações culturais, o romance de Mary Shelley volta a pulsar com a força de algo que ainda não dissemos — e que continua a nos dizer.

Mary Shelley: A Criadora e Sua Criatura

A mulher que transformou dor, solidão e genialidade em uma das histórias mais poderosas da literatura e o retrato poético de sua vida no cinema.

Navegação por posts

Publicações mais antigas
Publicações mais novas
Site desenvolvido com WordPress.com. WordPress.com.
Site desenvolvido com WordPress.com.
Privacidade e cookies: Esse site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com seu uso.
Para saber mais, inclusive sobre como controlar os cookies, consulte aqui: Política de cookies
  • Assinar Assinado
    • miscelana.com
    • Junte-se a 266 outros assinantes
    • Já tem uma conta do WordPress.com? Faça login agora.
    • miscelana.com
    • Assinar Assinado
    • Registre-se
    • Fazer login
    • Denunciar este conteúdo
    • Visualizar site no Leitor
    • Gerenciar assinaturas
    • Esconder esta barra
 

Carregando comentários...