A canção favorita de Billie Eilish

As letras de Billie Eilish nã parecem ter sido escritas por uma adolescente. Como I Love You, uma de suas mais emocionantes e mais brilhantes composições. Quem assistiu ao documentário da Apple TV Plus, Billie Eilish: The World’s A Little Blurry (O mundo é um pouco embaçado) sabe como é uma das canções mais pessoais da cantora. Quando ela a canta, em um show no Central Park (mencionado na letra) e não consegue terminar sem chorar… estamos com ela.

Parte do álbum que a fez uma estrela, When we Fall Asleep, where do we go?. Inserida entre duas canções sobre suicídio (Listen Before I Go e Goodbye), fala de uma pessoa com problemas de expressar seus sentimentos, assim como uma pessoa que está ciente de uma relação fadada ao fracasso. “É uma das minhas composições favoritas”, Billie confirmou em uma entrevista. “Finneas [seu irmão e produtor] nem acredita que escrevemos algo assm. Essa canção saiu diretamente de nós, não sei nem explicar”, tentou. Para mim, é sua pérola até agora.

Quem não se apaixonou pela pessoa errada pelo menos uma vez na vida? A gente sabe do erro, mas espera um milagre. Boa parte do que Billie canta é a frustração de estar feliz com algo que vai acabar, eventualmente.

It’s not true
Tell me I’ve been lied to
Crying isn’t like you, ooh
What the hell did I do?
Never been the type to
Let someone see right through, ooh

Maybe won’t you take it back?
Say you were tryin’ and make me laugh
And nothing has to change today
You didn’t mean to say “I love you”
I love you and I don’t want to, ooh

Up all night on another red-eye
I wish we never learned to fly
Maybe we should just try
To tell ourselves a good lie
Didn’t mean to make you cry

Maybe won’t you take it back?
Say you were tryin’ and make me laugh
And nothing has to change today
You didn’t mean to say “I love you”
I love you and I don’t want to, ooh

The smile that you gave me
Even when you felt like dying

We fall apart as it gets dark
I’m in your arms in Central Park
There’s nothing you could do or say
I can’t escape the way I love you
I don’t want to, but I love you, ooh
Ooh, ooh
Ooh, ooh

É extremamente profunda, em um arranjo minimalista que apenas cresce em sua força. Um das canções mais bonitas do século 21.

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