A história de Catarina de Médici em The Serpent Queen

O primeiro episódio de A Rainha Serpente é perfeito. Tem ritmo, informação, interpretação e qualidade de produção. Um excelente começo.

A infância de Catarina de Médici, nascida de uma das maiores, mais ricas e poderosas famílias ricas da Itália, teve uma vida paradoxalmente oposta ao que se poderia imaginar. Seu pai morreu de sífilis e sua mãe, contaminada, tirou sua própria vida logo em seguida. Órfã, cresceu em um convento onde as regras eram estritas. Sequestrada quando adolescente por rebeldes opositores aos Médicis, foi resgatada pelo tio, o Papa Clemente VII, mas apenas para ser usada em um casamento político com um príncipe da França.

Embora o Rei François I fosse obcecado pela cultura italiana, havia um preconceito na Corte contra estrangeiros. Isso quer dizer que, depois de ser rejeitada em sua própria terra, Catarina também sofreu para se ajustar em seu novo país. Para piorar, se apaixonou pelo marido, que amava outra.

Tudo isso foi contado com humor, sagacidade e inteligência, em off na voz precisa de Samantha Morton, que interpreta a rainha mais velha. Quando jovem, é a atriz Liv Hill que dá vida à Rainha e tem o carisma necessário para quebrar a quarta parece, falar com a gente e ainda manter credibilidade. O roteiro nos conduz com precisão nas delicadas e complexas relações políticas na Europa. Um excelente conteúdo que vamos acompanhar todas semanas.

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