O sacrifício de Catarina em The Serpent Queen

A relação de Catarina de Médici com Diane de Poitiers e Henry II era o melhor exemplo que que séculos depois a Princesa Diana viria a definir sobre Camilla Parker-Bowles e Rei Charles III: “era um pouco cheio de mais”. Uma relação à três, onde a amante tem a preferência, domínio e coração do marido e a liberdade, enquanto a esposa tem que compartilhar, aceitar e ainda, se comportar. Ninguém a culpa por se encher dessa situação que se arrastou por décadas. E com essa virada, vemos o bote da serpente. Isso mesmo, Catarina quer governar – ou ter paz – e Diane não vai deixar… é hora de se livrar desse peso. E pagar o preço.

Ruggieri avisa à Rainha que ela sabe que o sacrifício será perder Henry II, mas a essa altura Catarina já sabe que nunca o teve ou terá e que Diane não vai sair por vontade própria. Não, a italiana não faz nada para matá-lo, mas com todo seu pressentimento e visão do que aconteceria, ela deixou acontecer. Isso mesmo, Henry II morre em um acidente aburdo e – em seguida – Diane perde completamente qualquer poder ou valor na Corte.

Não que isso signifique Paz para Catarina. Aliás, até menos. Seu filho está casado com a manipuladora (nos olhos da Rainha Serpente, claro) Mary da Escócia, uma Guise, portanto está em guerra com os Guises e precisa se livrar de seus inimigos. Os últimos episódios serão sobre essa batalha. O que fica claro é que, semana que vem, daremos adeus à Diane e uma grande atuação de Ludivine Sagnier.

Vai fazer falta!!!

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