Amizade, drogas e conflitos: The Go-Go’s foram as princesas do pop

Há três anos me empolguei quando soube do documentário sobre a banda The Go-Go’s, cuja importância nos anos 1980s foi ímpar, navegando como poucos na onda do new wave. Estavam no auge de sua fama quando vieram ao primeiro Rock In Rio, em 1985 (que fui!!!), mas, logo depois, o grupo meio que caiu no ostracismo e acabou, dando vez à carreira solo bem sucedida da vocalista Belinda Carlisle.

Li a biografia dela há anos e foi quando descobri que por trás das carinhas de boas moças e bonitinhas da California estava um grupo de amigas que se sentiam diferentes e cujo uso de drogas e bebida era bem intenso. Dessa forma, estava curiosa para ver o documentário, que foi ao ar antes que elas entrassem para o Rock and Roll Hall of Fame, em 2021. Não me decepcionei.

O filme estreou no Festival de Cinema de Sundance 2020 , há quase exatos 3 anos e hoje está na plataforma do Showtime, mas sem distribuição no Brasil. Com entrevistas das cinco músicas originais (assim como as que entraram para a banda depois), a empresária, amigos e colegas, a viagem no tempo é uma delícia. Honestas sobre seus problemas, dúvidas, ciúmes e erros, as Go-Go’s mostram porque depois de se conhecerem na cena punk de Los Angeles vieram a ser a primeira banda feminina de sucesso a escrever suas próprias canções e tocar seus próprios instrumentos, alcançando o primeiro lugar nas paradas americanas. Acima de tudo como ainda hoje são amigas e se divertem juntos. Super recomendo!




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