Julgamento de Ghislaine Maxwell é adiado

A empresária Ghislaine Maxwell segue na sua campanha para provar sua inocência nas investigações de pedofilia e exploração de menores, conduzida por Jeffrey Epstein. Desde julho de 2020 ela está presa, em Nova York, aguardando julgamento e vem tentando responder o processo em liberdade, mas sem sucesso.

Essa semana, a família (que está com uma conta no Twitter para tentar dar sua versão dos fatos) divulgou uma foto de Ghislaine com o olho preto, como se tivesse passado por violência na prisão. O juiz, porém, ignorou mais esse pedido.

A surpresa, no entanto, veio hoje, a pouco mais de três meses da audiência marcada para começar o julgamento. Por conta de novas evidências incluídas no processo, nada será feito antes do outono, ou seja, outubro de 2021.

A decisão da juíza Alison J. Nathan atende em parte os pedidos da própria defesa da empresária, que queria um adiamento de seis meses (até janeiro de 2022), mas conseguiu três meses. Segundo a juíza, os protocolos da pandemia da Covid-19 também impactaram nos procedimentos.

Em março de 2021, os promotores acrescentaram novas acusações de tráfico de menores, com o depoimento de uma sobrevivente que teria apenas 14 anos anos quando foi abusada por Ghislaine e Jeffrey Epstein, em 2004.

A data oficial para o julgamento ainda não foi divulgada.

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