O Julgamento de Ghislaine Maxwell

As audiências, previstas para julho, mas adiadas para final de novembro, não devem parar até o início do ano de 2022, quando a Justiça americana vai determinar o envolvimento e punição para Ghislaine Maxwell, ex namorada e parceira de Jeffrey Epstein, morto em 2019, em circunstâncias misteriosas.

Acusados de abuso e tráfico sexual de menores, os dois certamente tinham uma vida pessoal cheia de segredos, com a facilidade de bilhões de dólares para manter um estilo de vida que incluíam vôos de jatinhos, festas com famosos e poderosos e muito glamour.

Epstein, que fez um acordo com a Justiça em troca de imunidade para Ghislaine e outras pessoas, foi preso em Nova York e teria se matado quando estava em sua cela. Ghislaine ficou “desaparecida” por mais de um ano, porém com o aumento da pressão popular para entender seu papel no esquema, ela foi localizada e presa pelo FBI em julho de 2020. Ghislaine insiste em manter sua inocência de todas as acusações de mais de uma vítima, e é essa parte que tem sido investigada no momento.

Além de inocente, a empresária argumentava não fazer parte do tráfico uma vez que era apenas amiga de Epstein, não mais sua namorada. Com várias fotos documentadas, o que se percebe no julgamento é de que o romance entre Ghislaine e Epstein foi verdadeiro, forte e durou muitos anos. Bem mais que ela quer admitir.

A surpresa geral é que o julgamento tem sido rápido. Depois dos testemunhos da semana passada, a promotoria já encerrou e agora é a vez da defesa que retomas as atividades no dia. Há rumores de que, na quinta, a própria Ghislaine vá prestar depoimento. Será?

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