Gossip Girl, do blog às redes sociais

Antes de chegar à TV, Gossip Girl foi um best-seller. Escrito por Cecily von Ziegesar, o livro era uma crítica à hipocrisia e estilo de vida dos “upper east siders”, bairro de ricos na ilha de Manhattan. No início dos anos 2000, quando o livro foi publicado, não existiam redes sociais ainda como são hoje, a febre eram os blogs, diários escrito em um site que eram seguidos e comentados por toda geração jovem (da época). A série foi ao ar entre 2007 e 2012.

O blog em questão da trama era o Gossip Girl, um site que era extremamente bem informado sobre as fofocas dos ricos e influentes, como Serena van der Woodsen e Blair Waldorf, mas cuja “autora” era anônima. Todos seguiam e liam o blog, e tentavam descobrir quem era a “Gossip Girl”.

A nova versão de Gossip Girl será parte da plataforma de streaming da Warner, a HBO Max. E não será uma refilmagem, a história vai se passar oito anos após o blog da série original sair do ar. Agora, uma nova geração de estudantes descobre formas de fazer fofocas através das redes sociais. É uma boa premissa, não?

Por hora o nome da série é conhecido como Gossip Girl 2.0 e Kristen Bell está confirmada como a “voz”da narradora, mas ainda não se sabe se a “antiga” geração fará parte do elenco ou terá aparições especiais. Segundo os show runners (os mesmos da série original), Josh Schwartz e Stephanie Savage, novos alunos da mesma escola serão o alvo da gossip girl atual. Haverá maior diversidade no elenco e a tecnologia atual terá impacto e mudará bastante a narrativa.

Gossip Girl foi um fenômeno pop quando foi ao ar. Como um Sex in the City de adolescentes, fez de Blake Lively e Leighton Meester estrelas. As roupas, a trilha sonora que popularizou artistas com Florence + the Machine (que até fez uma aparição em um episódio), tudo contribuía para a curiosidade. A revelação da identidade da verdadeira Gossip Girl, SPOILER ALERT, o próprio amor de Serena, Dan Humphrey, não chegou a ser polêmico como o final de Game of Thrones, mas não agradou a muitos porque ficou difícil de manter coerência.

As seis temporadas do original ainda estão disponíveis na Netflix (corra porque deve sair, eventualmente), para uma maratona de throwback. As primeiras imagens da refilmagem da série foram vistas ontem, em Nova York, com Eli Brown e Whitney Peak.

Gosta de séries? Então leia também:

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s