Os rankings da semana mostram que cada plataforma já ocupa um espaço emocional muito específico, da ansiedade algorítmica da Netflix ao conforto nostálgico do Paramount+.
Tag: Series
Todos os artigos sobre séries de TV publicados no Miscelana. Críticas de episódios, análises de personagens, comentários sobre produções da HBO, Netflix, Apple TV+ e muito mais, com foco em histórias que marcaram a cultura pop e a televisão
Half Man and masculinity in ruins: the psychoanalytic reading of Richard Gadd’s series
Repressed desire, the death drive and violence shape the destructive relationship between Ruben and Niall
Half Man e a masculinidade em ruínas: a leitura psicanalítica da série de Richard Gadd
Desejo reprimido, pulsão de morte e violência atravessam a relação destrutiva entre Ruben e Niall
Hacks, Season 5, Episode 9 (Recap): Legacy Doesn’t Mean Control
The penultimate episode dismantles Deborah Vance’s Madison Square Garden dream and forces her to confront the one thing fame and money can’t control.
Hacks, Temporada 5, Episódio 9 (Recap): legado não significa controle
Penúltimo episódio transforma o maior triunfo de Deborah Vance em humilhação pública e redefine seu legado antes do fim da série.
Emily in Paris, Netflix, and the New Streaming War
The possible end of Emily in Paris reveals a much larger battle between Netflix, Paramount, and the future of licensed television
Emily in Paris, Netflix e a nova guerra do streaming
A possível despedida de Emily in Paris expõe uma disputa maior entre Netflix, Paramount e o futuro das séries licenciadas
House of the Dragon: what the season 3 posters really reveal
HBO’s new campaign turns every character into a prophecy for the Dance of the Dragons, hinting at betrayals, loss, ambition and emotional collapse.
House of the Dragon: o que os pôsteres da 3ª temporada revelam
Nova campanha da HBO transforma cada personagem em um presságio da Dança dos Dragões e entrega pistas importantes sobre traições, perdas e poder.
Betty Boop at 95: between censorship, desire, and pop culture, why she never stopped being complicated
Created in the 1930s as a symbol of jazz, sensuality and female modernity, Betty Boop has crossed generations surrounded by accusations of cultural appropriation, moral censorship and mass consumption
