Recognizing yourself in a theory may ease the pain, but it does not explain why the pain persists
Categoria: ANAlista
Leituras em que o cinema não se encerra na narrativa.
Em ANAlista, os filmes são pensados a partir do que escapa ao enredo: reações, repetições, sintomas e imagens que seguem operando depois do fim. Porque o que estamos vendo nem sempre é consciente. Ou quase nunca.
Quando a psicanálise das redes se transforma em armadilha
Reconhecer-se em uma teoria pode aliviar a dor, mas não significa compreender por que ela continua existindo
What Is in the Father’s Name After All?
Removing a father’s surname does not erase one’s origins, but it may change the place the father occupies in the child’s identity
O que existe no nome do pai?
Retirar o sobrenome paterno não apaga a origem, mas pode mudar o lugar que o pai ocupa na identidade do filho
Quando escolher a si mesma é um ato revolucionário
A escolha que interrompe o roteiro
The Odyssey as a Journey Through the Unconscious
From the Cyclops to the Sirens, Homer’s epic becomes a journey through the unconscious and the process Jung called individuation.
A Odisseia como jornada pelo inconsciente
Para Jung, os monstros, as deusas e as tentações encontradas pelo herói representam forças psíquicas que também precisamos reconhecer dentro de nós
Why Grief Looks for Someone to Blame
When the need for accountability tries to organize what an irreversible end has left unanswered
Por que o luto procura um culpado
Quando a necessidade de responsabilização tenta organizar aquilo que um fim irreversível deixou sem resposta
Silo Asks a Question Psychoanalysis Has Been Trying to Answer for More Than a Century
Silo uses memory erasure to explore identity, trauma, and change. The same questions that have been central to psychoanalysis for more than a century
